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Filhote de capivara resgatado em Alagoas encontra novo lar em zoológico de Fortaleza

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Um filhote de capivara, resgatado em Atalaia, Alagoas, encontra agora um novo lar. O animalzinho, que tinha apenas 20 dias na época do resgate, foi levado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) para receber os cuidados necessários. Esta unidade, administrada pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), em parceria com o Ibama, é responsável por acolher e tratar animais silvestres em situação vulnerável.

O resgate ocorreu após a intervenção do Batalhão de Polícia Ambiental, que encontrou o filhote em condições delicadas e o levou para que pudesse receber os cuidados adequados. Ao chegar ao Cetas, a equipe de profissionais constatou que o pequeno animal apresentava problemas de saúde, incluindo a cegueira em um dos olhos. A médica veterinária e bióloga Ana Cecília Pires, que acompanhou o caso, explicou que a equipe trabalhou arduamente para garantir que o filhote se recuperasse, oferecendo uma dieta especial e cuidados constantes. O animal permaneceu na instituição por aproximadamente 40 dias, durante os quais desenvolveu um forte vínculo com os cuidadores.

Devido a essa ligação afetiva, a decisão foi de encaminhar o filhote para um zoológico legalizado em Fortaleza, onde ele poderá continuar seu crescimento em um ambiente que atende às suas necessidades. A equipe ficou satisfeita com essa escolha, acreditando que o zoológico seria um local seguro e apropriado para a capivara.

A viagem para o novo lar foi planejada minuciosamente, com acompanhamento médico e paradas programadas para garantir o conforto do animal. Ao chegar ao zoológico, o filhote passa por um período de quarentena, onde é monitorado e adaptado ao novo ambiente. A esperança da equipe é que ele tenha uma vida longa e saudável, atingindo a fase adulta e vivendo muitos anos no zoológico.

Além de proporcionar cuidados a animais resgatados, o Cetas desempenha um papel fundamental na proteção da fauna silvestre. Para garantir que casos como esse sejam tratados adequadamente, a população é incentivada a entrar em contato com as autoridades ambientais, como o Batalhão da Polícia Ambiental, sempre que se deparar com um animal silvestre em dificuldades.

Com informações e fotos da Semarh/AL

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