O Conselho de Administração do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) publicou, no dia 20 de setembro de 2026, um relatório detalhado sobre as atividades realizadas durante o segundo bimestre do ano, referente aos meses de março e abril. Este balanço é um reflexo do compromisso contínuo da entidade em monitorar e regulamentar as atividades ambientais no estado.
Durante esse período, o Conselho analisou uma diversidade de processos relacionados a licenciamento e autorizações ambientais. O destaque ficou por conta da Licença de Operação (LO), com um total de 185 solicitações. Essa licença é concedida a empreendimentos que já atenderam às normas ambientais e, portanto, estão aptos a iniciar suas operações. O alto número de licenças solicitadas sugere um aumento significativo na busca por regularização por parte das atividades econômicas alagoanas, sinalizando um ambiente de desenvolvimento econômico ativo.
Flávio Barbosa Júnior, presidente do Conselho de Administração do IMA/AL, ressaltou que os dados coletados refletem um estado em constante movimento, com empreendimentos já em operação, buscando autorizações ou se adequando às regulamentações legais. Essa dinâmica é primordial, pois demonstra uma coexistência entre as iniciativas de crescimento econômico e o acompanhamento das questões ambientais.
Ao longo de março e abril, foram concedidas 131 Autorizações, 17 Licenças Prévias (LP), 37 Licenças de Instalação (LI), 6 Licenças Ambientais Simplificadas (LAS) e 3 Licenças Ambientais por Adesão e Compromisso (LAC). Além disso, o IMA/AL também emitiu 14 registros no Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor), fundamentais para garantir a rastreabilidade dos produtos florestais.
No que diz respeito a atividades com potencial risco ambiental, foram emitidas 35 Autorizações de Transporte de Produtos Perigosos (ATPP) e 16 Autorizações de Transporte de Resíduos Perigosos (ATRP), destacando a preocupação contínua com a segurança ambiental.
Esses resultados demonstram como o IMA/AL se empenha em equilibrar desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, evitando a realização de atividades irregulares e oferecendo segurança jurídica tanto para empresas quanto para investidores. A atuação do Conselho é crucial, pois avalia as questões estratégicas ligadas à política ambiental do estado, baseando-se em critérios técnicos e jurídicos para assegurar a proteção do meio ambiente em Alagoas. O colegiado, que conta com a liderança de Flávio Barbosa Júnior, é composto ainda pelos conselheiros Aldo Flores e João Ademar Sena Alves Júnior, todos comprometidos com a defesa das causas ambientais e o desenvolvimento sustentável do estado.
Com informações e fotos da Semarh/AL













