Na última sexta-feira, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), anunciou a publicação da Portaria nº 1.630, que reconhece oficialmente a raça ovina Berganês. Com essa nova normativa, a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) foi autorizada a realizar o serviço de registro genealógico dessa raça. A associação, com sede em Bagé, no Rio Grande do Sul, está registrada no Mapa sob o número 007 e atenderá às disposições estabelecidas na legislação que regula o registro genealógico de animais.
O reconhecimento da raça Berganês representa um avanço significativo para o setor de ovinos no Brasil, uma vez que a inclusão dessa raça no registro oficial facilita a identificação e o controle dos indivíduos. O serviço de registro genealógico desempenha um papel fundamental ao promover o acompanhamento zootécnico dos animais, beneficiando tanto os criadores quanto o mercado. Além disso, essa prática contribui para a organização da cadeia produtiva de ovinos, essencial para uma produção eficiente e sustentável.
A raça Berganês é valorizada por suas características específicas, que incluem não apenas aspectos físicos, mas também qualidades relacionadas à resistência e à produtividade. O registro genealógico possibilita a preservação dessas características raciais, promovendo o aprimoramento genético dos rebanhos. Os criadores poderão acompanhar com mais precisão a linhagem dos animais, aumentando a qualidade do rebanho e, consequentemente, a competitividade no mercado.
Com essa iniciativa, o governo busca fortalecer a atividade ovina no Brasil, otimizando práticas e garantindo a qualidade do que é produzido. A expectativa é que essa medida não apenas valorize a raça Berganês, mas também impulsione um entendimento mais amplo sobre a importância do registro genealógico na pecuária. O envolvimento de associações especializadas como a Arco é um passo importante nesse processo, à medida que se almeja alcançar uma produção cada vez mais sustentável e de qualidade no país. Para mais informações sobre o tema, a imprensa pode entrar em contato pelo e-mail específico disponibilizado pela instituição.
Com informações e Fotos do Ministério da Agricultura e Pecuária













