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COB comemora dois anos da Floresta Olímpica na Amazônia com foco em esporte e sustentabilidade.

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A comemoração dos dois anos da Floresta Olímpica do Brasil trouxe uma significativa integração entre esporte e sustentabilidade no coração da Amazônia. Realizado na comunidade Bom Jesus da Ponta da Castanha, dentro da Floresta Nacional de Tefé, o evento contou com a presença de membros do Comitê Olímpico do Brasil (COB), representantes do Instituto Mamirauá, do ICM Bio, e moradores locais das comunidades impactadas pela iniciativa. Este projeto transcorre na Bom Jesus da Ponta da Castanha e na aldeia São Jorge da Ponta da Castanha, nos municípios de Tefé e Alvarães.

Dentre os participantes, destacam-se figuras importantes como o presidente do COB, Marco La Porta, e a diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do COB, Manoela Penna. Além deles, a presença de atletas olímpicos como Nicole Silveira e Kim Meylemans fortaleceu a ligação entre o esporte e a comunidade. Durante a celebração, foram doados equipamentos esportivos para a Escola Municipal Indígena Olavo Nunes Correa, sublinhando a importância social do projeto. A escolha dos materiais pelos próprios comunitários sinaliza o compromisso com o desenvolvimento regional sustentável.

O evento incluiu atividades práticas e simbólicas, como a semeadura de um hectare na área de reflorestamento, que reforçam o compromisso do COB com a restauração ambiental. A metodologia “muvuca de sementes”, apresentada pelo Instituto Mamirauá, exemplifica a inovação e a colaboração da iniciativa. Ao longo dos dois anos, a restauração prevista atingiu 6,3 hectares com o plantio de espécies nativas, buscando compensar aproximadamente 4 mil toneladas de CO₂.

As palavras de Marco La Porta reforçam o poder transformador do esporte. Ele destacou a importância de ser uma Nação Esportiva e, ao mesmo tempo, sustentar valores ambientais sólidos. Manoela Penna ressaltou como a Floresta Olímpica transcende os campos de jogo ao cultivar valores olímpicos nas comunidades.

O evento também propiciou uma imersão cultural, com danças indígenas e uma visita a uma castanheira monumental, chamada de “Mãe de todas”, que simboliza a riqueza e a história desse ecossistema.

Para Nicole Silveira, a primeira visita à Amazônia foi uma experiência transformadora, enfatizando a necessidade de preservação dessa região única. A presença dela e de outros atletas inspira as novas gerações, plantando não apenas árvores, mas também sementes de interesse pelo esporte entre os jovens locais.

Essa iniciativa pioneira do COB nas Américas busca não apenas restaurar o ecossistema, mas também fortalecer as economias locais por meio do manejo de produtos como a castanha da Amazônia e o açaí. Com previsão de continuidade até 2030, a Floresta Olímpica do Brasil se estabelece como um modelo de desenvolvimento comunitário e sustentabilidade.

Com informações do Comitê Olimpico do Brasil
Legenda Foto: O COB celebrou dois anos da Floresta Olímpica na Amazônia, ressaltando esporte e sustentabilidade. O evento em Tefé (AM) reuniu o COB, Instituto Mamirauá e comunidades locais, fortalecendo o impacto ambiental e social do projeto. Equipamentos esportivos foram doados à Escola Municipal Indígena, e um hectare foi semeado para reflorestamento. A delegação também participou de atividades culturais locais. A iniciativa promove a integração e preservação na região. 📷 Fotos: Tácio Melo / Instituto Mamirauá, Rafael Bello/COB.

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