Agentes são os mais novos integrantes do ambiente corporativo e estão rapidamente se tornando parte integral da forma como o trabalho é realizado. Eles são capazes de realizar uma série de atividades, desde escrever código e pesquisar produtos até analisar receita, processar despesas e interagir nos sistemas que operam os negócios. No entanto, o acesso a dados, aplicativos, ferramentas e outros agentes da empresa pode trazer riscos internos.
Não se deve considerar os agentes como inerentemente maliciosos, mas sim como ferramentas capazes às quais os usuários concedem acesso a sistemas importantes. É importante compreender que os agentes podem cometer erros, ser manipulados ou comprometidos, e seus modelos podem produzir resultados variáveis. Dependendo de como são projetados e implantados, os agentes podem operar continuamente, na velocidade e escala das máquinas.
A arquitetura de confiança exigida nessa nova era, segundo o CEO da Microsoft, Satya Nadella, envolve separar o fornecimento de inteligência da autoridade sobre ela. Os controles que determinam o que o agente pode acessar e quais ações pode realizar precisam estar fora do modelo, de forma que ele não possa ignorá-los nem adulterá-los.
A Microsoft está ampliando o Project Perception e a arquitetura de cibersegurança para proteger os agentes que atuam dentro das organizações. Os Guardian Agents ajudam as equipes de segurança a operar continuamente, com velocidade e escala de máquina, enquanto sensores, contexto e mecanismos de ação presentes em toda a arquitetura de cibersegurança ajudam a compreender as mudanças nos riscos associados aos agentes e a adaptar continuamente a proteção em resposta.
A proteção dos agentes envolve várias camadas de segurança, incluindo identidade, permissões, dados, endpoints, rede, nuvem e ambiente de execução. A contenção do agente deve ser contínua e adaptativa à medida que o comportamento e o risco mudam. É fundamental conhecer cada agente, fornecer a ele uma identidade com responsabilização, conter o que o agente pode fazer antes que ele aja e adaptar a proteção à medida que o risco do agente muda.
A confiança para avançar mais rápido no uso de agentes em escala está diretamente ligada à capacidade de observar, governar e conter a inteligência dos agentes de forma precisa e eficaz. O objetivo é criar um mundo agêntico no qual as organizações possam colocar a inteligência em ação com segurança e confiança, sem precisar escolher entre inovação e segurança.
Com informações e imagens da Microsoft












