logo_mco_2023_200X75
logo_mco_120X45

Publicidade

Publicidade

A transformação de IA da Microsoft revela lições valiosas para o futuro do trabalho.

COMPARTILHE

A inteligência artificial (IA) está cada vez mais remodelando o ambiente de trabalho, sendo algo em que as organizações precisam se concentrar para criar valor de negócio e ampliar as capacidades das pessoas. A Microsoft, por exemplo, acredita que as organizações bem-sucedidas serão aquelas lideradas por humanos, mas cada vez mais habilitadas pela IA, sendo o que eles chamam de “Frontier Firms”.

Essa mudança de paradigma coloca a responsabilidade não apenas na construção da IA, mas também na forma como ela é implementada. Para a Microsoft, a IA deve ampliar a capacidade humana, permitindo que as pessoas mantenham o controle, julgamento e responsabilidade sobre as decisões tomadas. A empresa assumiu o compromisso de ser o “Customer Zero”, ou seja, seu próprio cliente, aprendendo com sua própria transformação para auxiliar outras organizações a navegar por suas próprias jornadas de transformação.

Os funcionários da Microsoft têm experimentado a IA em primeira mão, enquanto as lideranças estabelecem metas ambiciosas e desafiam as equipes a repensarem a forma como trabalham para alcançar resultados anteriormente inimagináveis. Com conselhos interdepartamentais e uma mentalidade de crescimento cultivada ao longo de uma década, a empresa tem alcançado resultados mensuráveis, como o aumento de 20% nas taxas de fechamento de negócios em uma equipe de vendas.

A abordagem da Microsoft envolve também o compartilhamento de suas experiências e aprendizados com outras organizações por meio do “Microsoft Frontier Playbook”, um guia prático que reúne insights obtidos de centenas de esforços de transformação de IA em toda a empresa. O playbook reflete a importância da transformação, destacando cinco lições essenciais:

1. Começar pelo resultado de negócios, não pela tecnologia.
2. Redesenhar todo o fluxo de trabalho, não apenas as tarefas individuais.
3. Colocar os funcionários no centro da transformação.
4. Usar a IA para ampliar o que as pessoas podem fazer.
5. Combinar a capacidade humana e de IA para criar uma organização que aprende continuamente.

Essas lições foram consolidadas em três receitas práticas: “Persona Acceleration”, “AI-Powered Process Redesign” e “AI-First Possibility”. A Microsoft destaca que o acesso à IA não é o diferencial, mas sim a capacidade das organizações de capacitar e engajar funcionários, redesenhar o trabalho, governar a IA de forma responsável e implementar o que funciona. O objetivo é criar uma empresa que evolua continuamente, aprendendo e se adaptando no processo.

Com informações e imagens da Microsoft

0

LIKE NA MATÉRIA

Publicidade