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Investimentos em Infraestrutura Rodoviária e Ferroviária chegam a R$400 bilhões até 2030, afirma ministro

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O cenário de infraestrutura no Brasil está em transformação, com investimentos significativos projetados para modernizar o setor de transportes. Um recente encontro no Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP), em São Paulo, reuniu especialistas para discutir a importância da boa gestão na implementação de ações voltadas para o futuro das estradas e ferrovias do país.

Os planos revelam que cerca de R$400 bilhões serão investidos até 2030, o que representa um incremento de 174% nos recursos disponíveis, tanto federais quanto privados. Essa nova abordagem inclui a padronização de editais e contratos, o que acelerou o tempo de execução de projetos que, anteriormente, levavam em média sete anos para serem lançados no mercado. Hoje, esse período foi reduzido para, no máximo, dois anos e meio.

Outro foco importante é o planejamento para que a logística esteja preparada para enfrentar desafios como fenômenos climáticos extremos, evidenciados pelas chuvas intensas que afetaram o Rio Grande do Sul em 2024, causando danos significativos à infraestrutura local. O setor tem buscado estruturar um sistema de concessões que envolve a participação de bancos e instituições financeiras desde o início das gestões, assegurando que os projetos sejam viáveis e alinhados às necessidades do mercado.

Além das transformações no transporte rodoviário e ferroviário, dados recentes indicam que, entre 2023 e 2026, os investimentos nesta área devem resultar em um crescimento de 0,71% no Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Serão investidos pelo menos 1% da receita bruta das concessões rodoviárias no desenvolvimento de infraestrutura que suporte um modelo mais resiliente.

Outro avanço significativo é a implementação de um novo modelo para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que visa desburocratizar e reduzir custos para os cidadãos. É fundamental garantir que a logística nacional possa atender à crescente demanda, projetada em mais de 800 milhões de toneladas para exportação até 2050.

As diretrizes para essas iniciativas foram construídas por meio de um extenso processo de consulta, que envolveu o mercado, instituições financeiras, a agência reguladora do setor, acadêmicos e a população, assegurando que as decisões sejam embasadas e participativas. O CDPP, que reúne lideranças de diversas áreas, continua a ser um espaço relevante para discutir o futuro dos principais desafios enfrentados pelo Brasil.

Com informações e Fotos do Ministério dos Transportes

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