Na capital chinesa, Pequim, representantes do Brasil participaram de uma reunião bilateral com a Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC). Este encontro, realizado no dia 19, teve como principal objetivo o fortalecimento do comércio agropecuário entre os dois países, promovendo a cooperação nessa área e ampliando o intercâmbio de produtos e serviços.
Durante a reunião, um dos ministros participantes destacou a importância da colaboração entre Brasil e China, enfatizando o compromisso do país em ser um fornecedor confiável de alimentos de alta qualidade. Os produtos brasileiros são fabricados de acordo com rigorosos padrões sanitários e ambientais, assegurando a segurança alimentar para os consumidores chineses. Além disso, foi ressaltada a relevância da China como um parceiro estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente no que diz respeito ao fornecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.
A representante chinesa também comentou sobre os avanços das relações comerciais nos últimos anos, destacando a relevância do comércio agroalimentar, que representa uma parte significativa do intercâmbio bilateral. Em 2025, a China importou um expressivo volume de produtos agrícolas brasileiros, ilustrando o enorme potencial de mercado que o país asiático representa. Apesar de ter uma robusta indústria agrícola, a China continua aberta à importação de produtos de qualidade provenientes de outras nações.
A reunião ainda abordou detalhes técnicos acerca dos requisitos sanitários e de quarentena necessários para a exportação de carne suína e seus subprodutos do Brasil. As partes envolvidas avançaram nos entendimentos sobre um protocolo que está sendo revisado, cuja formalização está prevista para um futuro próximo. Uma vez que o protocolo seja formalizado, o Brasil poderá orientar suas empresas na adequação aos requisitos técnicos, enquanto a GACC dará prosseguimento a seus procedimentos internos.
Ao final do encontro, houve um tom positivo quanto aos recentes avanços registrados no protocolo para a carne suína, com a inclusão de miúdos suínos. Esta conquista reflete a confiança e a cooperação entre os dois países. Outros assuntos de interesse também foram discutidos, como o retorno de três estabelecimentos brasileiros de carne bovina que estavam suspensos e o esperado início da certificação eletrônica para produtos cárneos no próximo mês. Essas iniciativas demonstram um compromisso contínuo com a melhoria e a modernização do comércio internacional na área de alimentos.
Com informações e Fotos do Ministério da Agricultura e Pecuária













