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Enfermeira alerta sobre cuidados essenciais para evitar acidentes com escorpiões em Alagoas

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Com a chegada da temporada chuvosa em Alagoas, a incidência de acidentes envolvendo escorpiões tem aumentado, gerando preocupação nas autoridades de saúde e na população. A enfermeira Aline Chaves, que trabalha no Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, localizado em Rio Largo, faz um alerta sobre a importância de adotar medidas preventivas para minimizar os riscos associados a essas picadas. Segundo a profissional, a combinação de acúmulo de água e umidade excessiva força os escorpiões a abandonarem seus locais naturais, como entulhos e galerias subterrâneas, em busca de ambientes secos e protegidos, frequentemente dentro de residências.

Aline Chaves observa que, nas últimas semanas, houve um aumento significativo no número de atendimentos de pacientes vítimas de picadas de escorpião. Crianças e idosos são os grupos mais vulneráveis, pois a evolução dos quadros pode ocorrer de forma mais rápida e grave nesses casos. Para ilustrar, entre março e abril, o hospital atendeu 93 vítimas de escorpiões, incluindo uma criança de três anos e um idoso de 91. Esses números são alarmantes e indicam a urgência em implementar medidas de prevenção em casa e na comunidade.

As recomendações incluem manter terrenos e quintais limpos, evitando o acúmulo de lixo e entulho; vedar frestas em portas e janelas; proteger ralos; e lembrar-se de sacudir roupas e calçados antes de usá-los. Além disso, é aconselhável usar luvas ao manipular materiais de construção ou jardinagem e objetos que ficam armazenados por longos períodos. Aline ressalta que, ao perceber sinais de escorpiões, além de adotar práticas de limpeza e higiene, é fundamental entrar em contato com os serviços de vigilância ambiental do município para que ações de controle sejam efetivas. Isso envolve limpeza urbana, manejo adequado de resíduos e fiscalização de áreas de risco.

Em caso de picada de escorpião, é crucial saber reconhecer os sintomas, que podem incluir dor intensa, vermelhidão, inchaço, sudorese, além de náuseas e vômitos. Em situações mais graves, o quadro pode evoluir para alterações cardíacas e respiratórias, tornando o atendimento médico emergencial necessário. A enfermeira adverte que não se deve tentar soluções caseiras, como a aplicação de substâncias no local da picada, cortes ou o uso de torniquetes, que podem agravar a condição da vítima. A melhor abordagem é sempre procurar assistência médica especializada, especialmente se a pessoa afetada for idosa ou uma criança.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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