Começou a valer nesta segunda-feira o Desenrola 2.0, o novo programa de renegociação das dívidas dos brasileiros junto a bancos, cartões de crédito e outros negócios, num esforço do Governo Federal para reduzir um endividamento que já atinge 80,4% das famílias, conforme pesquisa da Confederação do Comércio e mapa da Serasa.
O programa montado pelo Planalto com os credores é bastante robusto, com previsão de descontos nos valores totais das contas que vão de 20% a até 90%, juros muito abaixo dos fixados pela Selic( que são de 14,5% ao ano), na faixa de 1,99%, e uma injeção de recursos superiores a R$ 4,5 bilhões vindos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
Um dos aspectos relevantes do Desenrola 2.0 é que o trabalhador, depois de ter sua conta renegociada, ficará impedido de continuar jogando nas Bets, através dos jogos online que proliferam no país e que têm provocado a maior parte desse endividamento.
Quem aderir ao novo Desenrola, ficará impedido, por pelo menos 1 ano, de ter acesso às plataformas de apostas online, interrompendo assim a destruição que elas têm causado, sobretudo junto às famílias de baixa renda.
Esse desejo de ver as dívidas renegociadas e de ver proibidas as apostas em Bets é de tal modo importante para o Governo, que o próprio Presidente Lula, ao se pronuciar à Nação por ocasião do Dia do Trabalho (1º de Maio), fez questão de ressaltar os danos que as mulheres, como principais vítimas, têm sofrido com as apostas, ao verem maridos, companheiros, filhos, iludindo-se com promessas de ganhos rápidos, mergulharem num endividamento que afeta a vida de toda a família.
Dados revelados pelo Banco Central apontam que os gastos com apostas online cresceram mais de 500% em apenas três anos, desde que a regulamentação das plataformas de jogos, que ocorreu em 2023.
Saiu-se de um volume mensal de R$ 5 bilhões para mais de R$ 30 bilhões. E não são apenas os gastos em si que preocupam, mas também, em nível elevado, o risco à saúde mental e à desarticulação familiar que esse jogo propicia. O desequilíbrio levado ao não é simplesmente financeiro, trazendo outros tipos de consequências.
URNAS ELETRÔNICAS COMPLETAM HOJE 30 ANOS DE EFICÁCIA
O sistema eleitoral brasileiro celebra hoje, com reais motivos de orgulho, os 30 anos de eficácia das urnas eletrônicas, um marco da tecnologia digital que trouxe ao ato de votar e à apuração dos votos uma velocidade antes não imaginada, e contribuiu de maneira visível para a eliminação de fraudes historicamente trazida por políticos corruptos interessados em obter resultados diferentes dos reais.
Combatida por segmentos políticos e partidários setorizados exatamente por esse poder que elas estabeleceram de dar mais segurança e impedir fraudes, as urnas eletrônicas têm vencido a batalha e seguem firmes, mesmo sendo os combates contundentes e de tentarem espalhar no mundo a imagem de que as urnas não seriam confiáveis.
O que se viu nas infindáveis narrativas do bolsonarismo e seus adeptos, sob o comando pessoal do ex-presidente da República, serve para evidenciar o quanto as urnas eletrônicas, por serem ágeis e seguras, não permitindo a manipulação anterior e posterior ao voto, incomada a essa gente, pois servem como barreira a intentos criminosos no terreno eleitoral.
Os 30 anos das Urnas Eletrônicas foram estão sendo celebrados com eventos no Tribunal Superior Eleitoral, eventos necessários em raa zão não apenas do legado que elas nos trouxe, mas também como alerta aos ataques que estão sempre expostas a receber por parte de políticos inescrupulosos.
Por José Osmando













