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STF avalia validade de escritura pública para venda de imóveis fora do Sistema Financeiro Imobiliário.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) está prestes a deliberar sobre um assunto de grande relevância para o mercado imobiliário e para os proprietários de imóveis: a necessidade de escritura pública para a venda de imóveis localizados fora do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O tema se torna ainda mais pertinente à medida que a legislação brasileira evolui, buscando equilibrar a proteção dos direitos dos envolvidos nas transações imobiliárias.

Recentemente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontou que, segundo a Constituição, a formalização de contratos de compra e venda de bens imóveis deve ser realizada em escritura pública, principalmente para conferir segurança jurídica às partes. Esta exigência é especialmente relevante para operações que envolvem um valor substancial, garantindo que os direitos dos compradores e vendedores estejam resguardados.

Entretanto, uma série de questionamentos tem surgido em relação à aplicação dessa regra para imóveis fora do SFH. Se o STF decidir que a escritura pública é, de fato, obrigatória, isso poderá trazer mudanças significativas na forma como esses negócios imobiliários são conduzidos, levando a um aumento nos custos das transações e, possivelmente, desencorajando compradores e investidores.

Por outro lado, há aqueles que defendem a flexibilização das regras, argumentando que o excesso de formalidades pode inviabilizar a liquidez e estimular um ambiente de insegurança jurídica. Essa discussão envolve não somente aspectos legais, mas também sociais e econômicos, pois a acessibilidade a habitação é um tema de grande interesse público.

Assim, a decisão do STF representará não apenas uma atualização na interpretação das normas atualizadas, mas também um convite a um debate mais amplo sobre a regulamentação imobiliária no país. Os próximos dias serão cruciais para definições que impactarão desde o pequeno proprietário até grandes investidores no setor. Portanto, todos os olhos estão voltados para essa pauta, que pode transformar as dinâmicas de compra e venda de imóveis fora do SFH e estabelecer novos precedentes legais.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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