O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) divulgou os resultados do monitoramento da balneabilidade das praias e demais áreas de banho do estado, revelando que 88,2% dos pontos analisados estão próprios para banho. Dos 68 locais monitorados, 60 foram considerados adequados e oito foram classificados como impróprios, de acordo com o Boletim de Balneabilidade nº 40/2026, baseado em coletas realizadas nos dias 6 e 7 de outubro.
Em Maceió, 75% dos pontos analisados foram classificados como próprios para banho, o que equivale a 15 dos 20 locais monitorados. Já no litoral Sul, os 23 pontos avaliados apresentaram condições adequadas, alcançando uma taxa de aprovação de 100%. No litoral Norte, 22 dos 25 pontos analisados foram considerados próprios, correspondendo a 88%.
O coordenador de Gerenciamento Costeiro do IMA/AL, Ricardo César, explicou que a melhoria nas condições de balneabilidade está diretamente relacionada à redução das chuvas, que diminui o volume de água e, consequentemente, a presença de materiais transportados pelas drenagens urbanas até o mar. Ele ressaltou que as chuvas impactam negativamente a qualidade da água, principalmente em áreas urbanas, onde as drenagens são afetadas.
Em relação à identificação dos pontos impróprios para banho, o IMA/AL apontou que dos 68 locais monitorados, oito foram considerados inadequados. Cinco desses locais estão em Maceió, nas regiões de Pajuçara, Ponta Verde, Jatiúca e Rio Pratagy. Os outros três pontos ficam no município de Maragogi, no litoral Norte, próximos às desembocaduras dos rios Salgado, Maragogi e Persinunga.
As análises realizadas seguem os critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), levando em consideração a presença da bactéria Escherichia coli para classificar os pontos como próprios ou impróprios para banho. O IMA/AL reforça a importância do monitoramento periódico e da divulgação dos boletins de balneabilidade para orientar a população sobre as condições das águas e promover a segurança dos banhistas, a proteção da saúde pública e a preservação ambiental do litoral alagoano.
Com informações e fotos da Semarh/AL









