Luis Felipe Brasil, um promissor atleta de Mato Grosso, encarou novas experiências ao participar dos Jogos da Juventude CAIXA de 2026 em Foz do Iguaçu. Em sua primeira visita às famosas Cataratas do Iguaçu, Luis não conteve a emoção diante da majestade do cenário natural, dizendo: “Mentira que eu tô vendo isso aqui, essa coisa impressionante.” Essa reação sincera não só reflete a maravilha que as Cataratas representam, mas também a transformação pessoal que o esporte trouxe para sua vida.
Natural de Manaus e com infância em Rondônia, Luis mudou-se para Barra do Garças (MT) sob influência de seu pai, que buscava melhores condições para que ele treinasse e competisse. Essa mudança foi catalisadora em sua carreira no atletismo. Pouco tempo depois, Luis já estava competindo nos 800m e 1500m no Mundial Escolar Sub-15, realizado na Sérvia, em 2024. As oportunidades de viajar e competir em diversas partes do mundo abriram seus horizontes e trouxeram um novo significado para sua vida.
A visita às Cataratas, proporcionada pela parceria entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e a Urbia+Cataratas, foi um dos destaques da competição. Para mais de 250 atletas, foi uma chance de conhecer um dos maiores patrimônios naturais do Brasil, contribuindo para uma experiência enriquecedora para a juventude que ainda está desenvolvendo suas carreiras e perspectivas de vida. Claudio Mendes, técnico da delegação de Mato Grosso, ressaltou a importância deste tipo de evento para o desenvolvimento pessoal dos jovens. Ele acredita que eventos como esse não apenas incentivam jovens a perseguir uma carreira esportiva, mas também enriquecem seu desenvolvimento pessoal de maneira única.
Luis Felipe, ao compartilhar seu entusiasmo, revelou como o atletismo foi vital em superar um desafio pessoal significativo: o combate à depressão. “O esporte salvou minha vida”, revelou, destacando que foi a prática esportiva que transformou sua tristeza em felicidade e motivação. Ele se tornou um defensor convicto do impacto positivo que o esporte pode ter e incentiva outros jovens a escolherem uma modalidade de que gostem, para que também possam passar por experiências transformadoras.
Para muitos outros jovens atletas, participar dos Jogos da Juventude em Foz do Iguaçu foi mais do que uma competição; foi uma janela para um mundo de possibilidades. Walber Mateus, judoca de Pernambuco, comemorou ser o primeiro atleta de sua cidade, Escada, a competir nos Jogos, o que ele descreveu como uma inspiração para continuar treinando. Guilherme Gomes, de Petrolina, vivenciou várias experiências pela primeira vez, desde voar até competir nos Jogos, em uma jornada que espera que não termine ali.
Os Jogos da Juventude são um símbolo do poder do esporte em mudar vidas. Realizados pelo COB, com apoio de várias entidades e patrocinadores, eles servem como trampolim não só para a evolução dos jovens atletas, mas também como uma plataforma para que eles descubram o vasto mundo que o esporte pode lhes apresentar.
Com informações do Comitê Olimpico do Brasil
Legenda Foto: “Luis Felipe Brasil, atleta de Mato Grosso, descobre a beleza das Cataratas do Iguaçu na sua primeira visita durante os Jogos da Juventude CAIXA 2026. Superando a depressão através do atletismo, Luis celebra as oportunidades que o esporte proporcionou em sua vida, do Brasil até a Sérvia. Foto: Alexandre Loureiro/COB. IG:alexandreloureiroimagens”












