logo_mco_2023_200X75
logo_mco_120X45

Publicidade

Publicidade

Alagoas brilha no Salão do Artesanato de SP com vendas acima de R$ 664 mil.

COMPARTILHE

O artesanato de Alagoas alcançou um marco significativo na sua participação no 22º Salão do Artesanato de São Paulo, gerando impressionantes R$ 664.144,74 em vendas durante os cinco dias de evento. Este resultado reafirma o papel do setor não apenas como gerador de renda, mas também como um vetor vital de valorização cultural e desenvolvimento econômico.

A participação alagoana foi viabilizada por meio de uma colaboração entre o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), o Sebrae Alagoas e o Programa Alagoas Feita à Mão (Afam). Artesãos de diversas regiões do estado apresentaram criações que refletem a rica diversidade cultural e os saberes tradicionais de Alagoas, ampliando a visibilidade de suas marcas.

Além das vendas, o evento resultou em novas encomendas e uma expansão significativa das redes de contatos entre os participantes, movimentando pequenos negócios criativos em várias partes do estado. Para muitos artesãos, as vendas não se limitaram ao evento. Estima-se que as encomendas recebidas em São Paulo garantam trabalho por meses, contribuindo para a sustentabilidade de suas atividades.

Uma das novas vozes do artesanato, Júlia Dias, integrante do grupo Fulô.A, destacou a gratificação de ver seu trabalho sendo reconhecido em uma feira nacional. Desde os 9 anos, sob a orientação de sua mentora Ana Cristina, Júlia aprendeu a arte do bordado. “Foi uma experiência única. O resultado superou nossas expectativas, não só com as vendas, mas pelas novas encomendas que surgiram”, comentou.

O Fulô.A, que conta com cerca de 38 bordadeiras, já exporta suas peças para os Estados Unidos. Ana Cristina, a fundadora do grupo, afirmou que o principal desafio agora é aumentar a capacidade de produção para atender a crescente demanda. “Após o evento, passamos o ano inteiro atendendo as encomendas que chegam”. O apoio institucional foi decisivo para o crescimento do grupo, permitindo um significativo aumento nas vendas e reconhecimento.

Do Sertão alagoano, Aline Caju encontrou no artesanato a oportunidade de transformar sua paixão em autonomia financeira. Mãe de um filho, Aline enfatizou a importância de equilibrar sua presença familiar com a geração de renda. “Ver minhas peças expostas em um evento nacional foi uma grande emoção. Cada detalhe do meu trabalho refletiu todo meu esforço”.

Ariane Pita também destaca a importância do apoio institucional para pequenos empreendedores. Responsável pela marca Beliê em Família, ela lembrou que os altos custos logísticos muitas vezes dificultam a participação de artesãos em feiras maiores. “O suporte é fundamental para que possamos estar presentes. O programa Alagoas Feita à Mão realmente entende as necessidades dos artesãos”.

A feira também trouxe resultados positivos para Eliésio Agostinho, conhecido pela marca Nego Xôboi. Ele expressou sua satisfação com as vendas e os novos contatos estabelecidos. “A feira superou todas as minhas expectativas. Estou muito agradecido ao Sebrae e ao Alagoas Feita à Mão”.

A secretária de Estado de Relações Federativas e Internacionais, Jacqueline Rêgo, ressaltou que os resultados demonstram um marco para o setor artesanal alagoano. No total, quase R$ 700 mil foram comercializados, reforçando o compromisso do governo em apoiar a visibilidade do artesanato alagoano tanto no mercado nacional quanto internacional.

Com a boa repercussão do Salão do Artesanato, os artesãos alagoanos agora se preparam para a Fenearte, a maior feira de artesanato da América Latina, que ocorre de 8 a 19 de julho. As expectativas estão altas para um novo ciclo de conquistas, consolidando Alagoas como um dos principais polos do artesanato brasileiro.

Com informações e imagens do Governo de Alagoas.

0

LIKE NA MATÉRIA

Publicidade