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Investimentos em Infraestrutura Rodoviária e Ferroviária devem atingir R$400 bilhões até 2030

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Na última segunda-feira (4), ocorreu uma reunião no Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP) em São Paulo, onde o ministro dos Transportes, George Santoro, abordou a importância da gestão eficiente na implementação de ações voltadas para a infraestrutura nacional. Durante o evento, foram apresentadas as estratégias para desenvolver a carteira de ativos de infraestrutura rodoviária e ferroviária no Brasil, que prevê um investimento de aproximadamente R$ 400 bilhões até 2030. Este investimento representa um aumento significativo de 174% nos recursos, tanto federais quanto privados, dedicados ao setor.

Um dos pontos destacados foi a padronização dos editais e contratos, além da adoção de matrizes de risco mais uniformes. Santoro afirmou que, enquanto um projeto anteriormente levava cerca de sete anos para ser colocado no mercado, agora esse prazo foi reduzido para, no máximo, dois anos e meio. Essa agilidade visa modernizar o processo de planejamento e execução das obras, facilitando a implementação de grandes projetos de infraestrutura.

Além disso, foram discutidas as medidas necessárias para preparar o setor de transportes para enfrentar fenômenos climáticos extremos, como as intensas chuvas que afetaram o Rio Grande do Sul em 2024. O representante do ministério ressaltou que um diálogo com instituições financeiras e bancos foi estabelecido desde o início do mandato, criando mecanismos para as concessões rodoviárias e ferroviárias e orientando a agência reguladora sobre como viabilizar esses projetos de maneira eficaz e com governança.

Como resultado das ações implementadas ao longo dos últimos três anos, houve um aumento de 0,71% no Produto Interno Bruto (PIB) nacional, aplicado em investimentos na área de transportes entre 2023 e 2026. Um dos objetivos centrais é direcionar pelo menos 1% da receita bruta das concessões rodoviárias para o desenvolvimento de infraestrutura resiliente, garantindo maior segurança e eficácia no transporte de cargas.

Na mesma linha, foi introduzido um novo modelo para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que visa desburocratizar o processo e reduzir custos para a população. O ministério está comprometido em equilibrar o escoamento da produção nacional, especialmente considerando uma projeção de demanda superior a 800 milhões de toneladas na cadeia logística até 2050.

As diretrizes foram elaboradas através de portarias que passaram por consulta pública, sendo informadas por um diagnóstico realizado em conjunto com o mercado, instituições financeiras e a agência reguladora do setor. Este processo incluiu também a participação da academia e da sociedade civil, reforçando o compromisso por um planejamento que atenda às necessidades da população. O CDPP, que promove o debate entre cidadãos experientes em diversas áreas, é um espaço de reflexão sobre os principais desafios do país.

Com informações e Fotos do Ministério dos Transportes

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