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Setor de Alimentação Fora do Lar Ganha Importância no Emprego e Valorização da Mão de Obra

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No Dia do Trabalho, é essencial destacar o papel significativo do setor de alimentação fora do lar na economia brasileira, especialmente no que tange à inserção produtiva e à valorização do trabalho. Este segmento se mostra como um dos mais inclusivos e diversificados do país. Atualmente, mais de cinco milhões de pessoas estão empregadas nesse setor, com 57,4% do total ocupadas por mulheres, fazendo deste o segmento que mais gera oportunidades para a força feminina no Brasil.

Além disso, o setor concentra uma ampla faixa etária entre seus trabalhadores, sendo que 39,9% têm menos de 24 anos. Também é notável o alto percentual de trabalhadores com baixa escolaridade, que representa 95,7% da mão de obra. Esta realidade é vista como uma vantagem, pois possibilita a inclusão de jovens que estão buscando seu primeiro emprego e também de indivíduos com pouca experiência profissional.

De acordo com Taiene Righetto, sócio de um bar em Fortaleza, a diversidade de perfis dentro das equipes é uma força crucial. Composta por pessoas de diferentes idades e experiências, essa variedade permite um melhor atendimento ao cliente e soluções mais rápidas para os problemas diários que surgem na operação de um estabelecimento. Righetto ressalta que a atitude e a disposição dos trabalhadores são mais valorizadas do que a formação acadêmica tradicional, o que torna o setor uma porta de entrada acessível para muitos.

Ainda mais relevante é o aspecto social do setor, que acaba por absorver trabalhadores marginalizados pelo mercado formal. Restaurantes e bares não apenas oferecem empregos, mas também formação prática e possibilidades de crescimento profissional. A inclusão dessas pessoas gera impacto positivo, permitindo que encontrem dignidade e perspectivas de carreira.

A importância de criar um ambiente de trabalho saudável e produtivo não pode ser subestimada. Investir em capacitação, reconhecimento, e boas condições de trabalho fortalece o setor como um todo. Segundo José Eduardo Camargo, da Abrasel, esses investimentos são fundamentais para garantir um futuro robusto e coeso para o segmento.

O desafio de equilibrar a rentabilidade do negócio com a valorização da equipe é uma questão central. Righetto enfatiza que, apesar das margens financeiras apertadas, é crucial não negligenciar o bem-estar dos funcionários. Através de uma gestão eficiente, que busca otimizar processos e utilizar tecnologia, é possível juntar produtividade à valorização do capital humano.

Assim, no dia em que celebramos o trabalho, é fundamental reconhecer e discutir as práticas que podem aprimorar as condições laborais no setor de alimentação fora do lar, transformando-o em um espaço cada vez mais inclusivo e promissor.

Com informações e fotos da Abrasel/BR

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