O Brasil deu um passo significativo na expansão de suas exportações agropecuárias, com recentes acordos que permitem a comercialização de uma variedade de produtos com diferentes nações. As novas autorizações para exportação abrangem uma gama diversificada de frutas e produtos agrícolas, refletindo a crescente demanda no mercado internacional.
Na Arábia Saudita, foram autorizadas as exportações de nove produtos da fruticultura brasileira, que incluem abacate, atemoia, goiaba, carambola, citros, gengibre, mamão, maracujá e melancia. Este país é um dos principais destinos do agronegócio brasileiro no Oriente Médio, tendo importado mais de US$ 2,8 bilhões em produtos agropecuários em 2025. Essa forte demanda por alimentos frescos e de qualidade demonstra o potencial de crescimento das relações comerciais entre Brasil e nações do Oriente Médio.
Além disso, outras nações também abriram suas portas para os produtos brasileiros. Em El Salvador, a exportação de maçã foi recentemente aprovada, enquanto no Azerbaijão, as uvas brasileiras poderão ser comercializadas. Em 2025, as exportações para El Salvador atingiram a marca de US$ 103 milhões e para o Azerbaijão, US$ 24 milhões, evidenciando a importância dessas nações para o crescimento das exportações brasileiras.
A Jordânia também se destaca nesse panorama, ao permitir a importação de feno, contribuindo para o fortalecimento das relações comerciais com o Brasil. No último ano, este país importou mais de US$ 499 milhões em produtos agropecuários brasileiros, demonstrando um potencial significativo para futuras parcerias.
Outro destaque é a Etiópia, que autorizou a exportação de sementes de forrageiras, como as espécies Brachiaria spp., Panicum spp. e Setaria spp. Essa diversificação nas exportações representa uma estratégia para aumentar a variedade de produtos oferecidos ao mercado etíope.
Com esses novos acordos, o Brasil agora totaliza 591 novas aberturas de mercado desde o início de 2023, solidificando sua posição como um dos principais players no comércio internacional agropecuário. O sucesso dessas negociações é consequência de um esforço conjunto entre instituições responsáveis pela agricultura e pela promoção de relações comerciais.
Com informações e Fotos do Ministério da Agricultura e Pecuária













