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Caqui brasileiro chega à Costa Rica em primeiro embarque comercial, ampliando oportunidades de exportação

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A Costa Rica deu um passo importante ao receber seu primeiro embarque comercial de caqui brasileiro, marcando uma nova etapa nas relações comerciais entre os dois países e ampliando as oportunidades para os produtos agropecuários brasileiros no exterior. Esta importação foi viabilizada através de uma rodada de negócios realizada em fevereiro, que teve como foco o fortalecimento do comércio e o estabelecimento de normas fitossanitárias.

Durante o evento, organizado pela adidância agrícola do Brasil e pelo Setor de Promoção Comercial na Costa Rica, a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) destacou o potencial da fruticultura nacional. O interesse de um importador local na aquisição do caqui foi um dos resultados diretos dessa interação.

Em seguida, as tratativas com as autoridades fitossanitárias da Costa Rica foram iniciadas para definir os requisitos necessários para a importação do caqui. No dia 11 de maio de 2026, foi publicada uma notificação à Organização Mundial do Comércio (OMC) com os protocolos fitossanitários que permitiram o início dessa nova fase comercial.

A adida agrícola do Brasil na Costa Rica ressaltou a importância deste evento, enfatizando a capacidade de transformar oportunidades em resultados concretos para o setor. Esta ação acontece em um contexto de crescimento das exportações brasileiras de caqui, que, de acordo com dados da Abrafrutas, tiveram um salto significativo nos últimos anos. O valor exportado passou de aproximadamente US$ 995 mil em 2024 para cerca de US$ 1,83 milhão em 2025, representando um aumento de 83,5%. O volume total embarcado também cresceu substancialmente, chegando a 899,6 mil quilos.

A chegada do caqui brasileiro à Costa Rica representa parte de uma estratégia mais ampla de diversificação de mercados para a fruticultura nacional. Desde 2023, o Brasil conseguiu estabelecer 34 novas oportunidades de exportação para seus produtos, resultado de negociações fitossanitárias conduzidas em parceria com o setor privado.

Este marco no comércio de caqui reflete não apenas o potencial dos exportadores brasileiros, mas também a relevância do diálogo técnico entre as autoridades sanitárias e os comerciantes internacionais. O êxito desta operação não apenas fortalece a presença da fruticultura brasileira na América Central, mas também abre portas para novas oportunidades de negócios nesse mercado promissor.

Com informações e Fotos do Ministério da Agricultura e Pecuária

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