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Oficina de Audiovisual em Alagoas: Escola Mulheres+ Capacita Mulheres e Dissidências no Cinema

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Cinema e Criatividade: Formação Gratuita Para Mulheres e Dissidências em Alagoas

A Escola Mulheres+ no Cinema está lançando seu segundo ciclo de formação em Alagoas. A atividade, denominada “Olhar, fabular e contar: lampejos artísticos para criar no audiovisual”, ocorrerá nos dias 30 e 31 de maio, na Associação Olha o Chico, em Piaçabuçu. As inscrições são gratuitas e permanecem abertas até 24 de maio.

Este projeto, produzido pela Piracema Studio, visa proporcionar uma imersão criativa no audiovisual, voltando-se especialmente para mulheres e dissidências de gênero. A oficina, conduzida pela multiartista paraibana Caroline Oliveira, tem como proposta incentivar os participantes a transformarem suas vivências pessoais em experiências audiovisuais autorais e sensíveis.

Durante os dois dias de atividade, os participantes serão convidados a explorar o cotidiano sob uma nova perspectiva, realizando experimentos artísticos que resultam em lampejos audiovisuais. Além disso, a formação incluirá a exibição de filmes críticos e autorais, ampliando a visão sobre a diversidade nas produções cinematográficas.

Luiza Leal, diretora da Escola Mulheres+ no Cinema, destaca a importância da iniciativa em um território culturalmente vibrante. “Queremos conectar pessoas que têm alguma relação com a arte à linguagem cinematográfica, mostrando o cinema como uma oportunidade de profissão e expressão”, afirma.

Caroline Oliveira possui um extenso currículo na área, com mestrado em universidades federais e experiência em direção de obras como “Miami-Cuba” e “Nova Sinfonia Cotidiana”.

Mellina Freitas, secretária da Cultura e Economia Criativa de Alagoas, enfatiza o papel transformador do audiovisual: “Quando o cinema chega às margens do Rio São Francisco, ele não só amplia horizontes, mas também solidifica narrativas que nascem do território”.

A formação é gratuita e aberta a pessoas a partir de 15 anos. A logística inclui transporte gratuito para mulheres dos povoados vizinhos, assegurando 80% das vagas para mulheres, homens trans, travestis e pessoas não binárias.

As inscrições podem ser feitas através do link disponível pela organização.

Com informações e imagens do Governo de Alagoas.

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