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Idosa se recupera de infecção grave e elogia atendimento humanizado no Hospital Geral do Estado

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No dia 15 de abril de 2026, Rosiete Rodrigues, uma idosa de 72 anos residente em Massagueira, Marechal Deodoro, recebeu alta do Hospital Geral do Estado (HGE) após uma recuperação bem-sucedida de uma infecção grave na pele chamada erisipela. A dona de casa procurou atendimento médico após notar uma vermelhidão alarmante na perna esquerda, que surgiu logo após uma ida ao mercado em 29 de março. O quadro se agravou no dia seguinte, quando Rosiete começou a sentir febre. Sua busca por ajuda na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Chã da Jaqueira, em Maceió, resultou no diagnóstico da infecção, levando à sua transferência para o HGE.

Desinformada acerca da gravidade da erisipela, Rosiete inicialmente temia que estivesse lidando com uma trombose. A erisipela é uma infecção bacteriana que atinge as camadas superficiais da pele, sendo facilmente transmissível e, comumente, se manifesta nos membros inferiores. Assim que chegou ao HGE, a paciente foi acolhida na Área Vermelha, onde realizou uma série de exames e avaliações médicas. Posteriormente, ela foi encaminhada para a Ala B, onde recebeu cuidados de uma equipe multidisciplinar que abrangeu médicos de cirurgia vascular e serviços especializados em atenção à pele e feridas.

O tratamento incluiu a administração de antibióticos, adequação nutricional e medidas que garantiram o conforto da paciente. O médico Allan Vieira explicou que os principais sintomas da erisipela incluem intensa vermelhidão, dor, inchaço, calafrios e mal-estar geral. Em casos mais graves, a infecção pode apresentar bolhas e endurecimento da pele. “O tratamento é essencialmente baseado em antibióticos, podendo ser realizado por via oral ou intravenosa, dependendo da gravidade do quadro. Internações, como no caso de dona Rosiete, são necessárias para garantir o controle da infecção”, afirmou Vieira.

A prevenção da erisipela envolve manter a pele sempre limpa e hidratada, tratar feridas com cuidado, evitar andar descalço em ambientes suscetíveis e manter o controle de condições de saúde como diabetes. Para pacientes que lidam com comorbidades, como hipertensão e problemas cardíacos — condição da própria Rosiete — o acompanhamento médico regular se torna ainda mais crucial para evitar complicações. Após sua experiência no HGE, Rosiete não apenas evidenciou os altos padrões de atendimento que recebeu, mas também expressou sua gratidão pelo acolhimento humanizado que a fez sentir-se segura e bem cuidada durante sua internação.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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