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Banco do Nordeste destaca Mercado de Capitais para Financiar Empresas em Recife

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O Banco do Nordeste (BNB), em parceria com a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais do Brasil (Apimec Brasil), realizou em Recife um importante seminário para destacar o papel do Mercado de Capitais no financiamento empresarial. O evento aconteceu na última quinta-feira e trouxe à tona dados significativos sobre a captação de recursos através de títulos de dívida, como debêntures e notas comerciais. Segundo informações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em 2025, esses títulos mobilizaram R$ 544,8 bilhões, potencial que pode impulsionar expansões empresariais ou financiar novos empreendimentos.

Antonio Jorge Pontes Guimarães, diretor de Ativos de Terceiros do BNB, enfatizou que esses recursos têm sido fundamentais para complementar a oferta de crédito na região Nordeste do Brasil. O banco continua a utilizar o FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste) e colabora com fundos de organismos internacionais, além de ver no mercado de capitais uma fonte robusta e complementar de financiamento. Segundo ele, o BNB já alocou mais de R$ 800 milhões em fundos focados em infraestrutura e produção rural.

A gerente de Renda Fixa do BNDES, Maria Lígia, trouxe outro dado relevante ao destacar o crescimento das debêntures incentivadas, que atraíram R$ 178 bilhões no ano passado, marcando um incremento de 31,7% em comparação com o ano anterior. Este tipo de recurso é fundamental para investimentos em infraestrutura.

Ricardo Tadeu Martins, presidente executivo da Apimec Brasil, abordou o impacto positivo do mercado de capitais na mitigação dos efeitos de juros elevados no Brasil. Ele destacou a importância desse mercado para buscar investidores com custos mais acessíveis, especialmente em um cenário econômico desafiador como o de 2025, quando a taxa de juros chegava a 15% ao ano.

Martins também apontou o potencial inexplorado no financiamento de pequenas empresas, impulsionado pelo Regime Fácil da CVM, que simplifica a captação de recursos para companhias menores. Esse regime, resultado das Resoluções 231 e 232, oferece condições mais acessíveis para que essas empresas obtenham financiamento no mercado de capitais.

Este seminário faz parte de um acordo de cooperação técnica firmado entre as instituições, visando estimular o diálogo, capacitar profissionais e ampliar as oportunidades de financiamento tanto para empresas quanto para investidores. O primeiro encontro desta iniciativa ocorreu em Fortaleza, em agosto do ano anterior, e representa um passo significativo para fortalecer o ambiente de negócios no Nordeste.

Com informações do Banco do Nordeste – BNB
Fotos: BNB

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