Motolância do Samu Proporciona Resposta Ágil em Caso de Convulsão em Maceió
No início da manhã de segunda-feira (2), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) de Alagoas demonstrou sua eficácia ao atender uma emergência relacionada a convulsões no bairro de Feitosa, em Maceió. A agilidade da motolância do Samu foi crucial, especialmente em uma área onde o acesso é complicado.
Por volta das 7h12, a Central de Regulação das Urgências recebeu um chamado referente a um possível episódio convulsivo envolvendo um jovem do sexo masculino, que já havia enfrentado duas crises antes da chegada dos socorristas. Em questão de menos de cinco minutos, a equipe de motossocorristas seguiu em direção ao local, graças ao acompanhamento contínuo de um médico regulador que orientou a operação.
Ao chegarem ao local, os profissionais encontraram a vítima apresentando sonolência, porém clinicamente estável, mas com uma condição preocupante devido ao seu histórico de epilepsia, que estava sob tratamento medicamentoso. O coordenador-geral do Samu, Mac Douglas de Oliveira Lima, enfatizou a importância da resposta rápida em casos como este: “A motolância chega primeiro, estabiliza o paciente e fornece informações cruciais para a Central de Regulação caso uma internação hospitalar se faça necessária”. Ele acrescentou que a redução do tempo de resposta em emergências é uma das missões centrais das equipes de motolância, destacando que essa agilidade pode salvar vidas todos os dias.
Mac Douglas também ressaltou a importância da colaboração entre a regulação médica e as equipes de campo, afirmando que essa sinergia foi determinante para o desfecho positivo do acontecimento. “A Central de Regulação desempenha um papel fundamental ao coordenar as equipes, garantindo que cada minuto seja utilizado para salvar vidas”, comentou. A motolância, segundo ele, prova ser uma ferramenta indispensável em contextos urbanos com acesso limitado.
Rafael Washington, um dos técnicos de enfermagem que atuou na ocorrência, compartilhou suas experiências acerca das dificuldades enfrentadas no local. “A baixa sinalização somada às limitações de acesso se apresentaram como um desafio. Entretanto, a motolância permitiu que alcançássemos o paciente com rapidez, contribuindo para que o atendimento fosse um sucesso”, relatou.
Após a avaliação, o paciente foi orientado sobre a importância de seguir o tratamento médico, incluindo medicação, hidratação adequada, alimentação equilibrada e sono de qualidade. Ele foi então mantido sob os cuidados de familiares, uma vez que a estabilização precoce possibilitou que não houvesse a necessidade de seu encaminhamento para um hospital. Essa situação não só ilustra a competência da equipe do Samu, mas também destaca a relevância do atendimento emergencial em tempo hábil.
Com informações e fotos da Sesau/AL













