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“Programa AVC Dá Sinais: Alagoas se torna referência global em tratamento de acidente vascular cerebral”

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O Programa AVC Dá Sinais, implementado pela Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), tem se destacado como um importante marco na saúde pública, reconhecido tanto nacional quanto internacionalmente. Com o objetivo de melhorar o atendimento a pacientes com Acidente Vascular Cerebral (AVC), uma das principais causas de morte no Brasil, o programa combina informações, agilidade e tecnologia, possibilitando um tratamento mais eficaz e a redução das sequelas associadas à doença.

Desde sua introdução, o AVC Dá Sinais tem ganhado destaque em eventos de relevância, como o Global Stroke Alliance, realizado em São Paulo, e o Congresso Brasileiro de AVC, no Paraná. Além disso, o programa também foi um tema central no IV Encontro Nacional de Unidades de AVC, em Brasília, e na Jornada Alagoana de Neurologia. Recentemente, delegações de diversos estados brasileiros e até do exterior têm visitado Alagoas para entender de perto essa iniciativa inovadora.

Um dos principais diferenciais do programa é a utilização de um aplicativo de telemedicina, que conecta diferentes unidades de saúde e acelera o processo de tomada de decisão pelos médicos. O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, destaca que essa inovação demonstra como a tecnologia pode revolucionar a saúde pública em Alagoas. Ele observa que o programa é um claro exemplo de que o investimento em inovação e na formação de equipes qualificadas pode efetivamente salvar vidas. “A telemedicina nos permite alcançar um público maior, com precisão e um toque humano”, afirma.

O AVC Dá Sinais está estruturado em uma rede que abrange seis hospitais de referência em Alagoas: Hospital Metropolitano de Alagoas, Hospital Geral do Estado, Hospital Regional da Mata, Hospital do Alto Sertão, Hospital de Emergência do Agreste e Hospital Regional do Norte. Esses estabelecimentos têm permitido um tratamento mais ágil e eficaz a pacientes. Em 2024, o programa atendeu 1.726 indivíduos, com 1.070 casos confirmados de AVC, resultando em 121 trombólises realizadas – um avanço significativo em comparação com os dados de 2023.

Com um total acumulado de 6.590 atendimentos desde sua criação em 2021, o programa tem se mostrado vital. O coordenador da iniciativa, o neurologista Matheus Pires, enfatiza que a rapidez é crucial no tratamento do AVC isquêmico, ressaltando que as intervenções devem ser realizadas em janelas temporais específicas para maximizar as chances de recuperação.

Adicionalmente, o Ambulatório Pós-AVC, situado no Hospital Metropolitano, desempenha um papel fundamental na reabilitação dos pacientes, assegurando um acompanhamento neurológico apropriado. Filipe Fernandes, diretor do hospital, sublinha a importância dessa continuidade no tratamento: “Garantir suporte aos pacientes após o AVC é fundamental para uma recuperação de qualidade”. Essa abordagem holística e estruturada do programa AVC Dá Sinais não apenas salvou vidas, mas também se transformou em uma referência não só para Alagoas, mas para todo o Brasil e o mundo.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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