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“Professora Edna Morais: Mulheres na Ciência Transformam Saúde e Educação na Uncisal”

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Na Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), a integração entre ensino, pesquisa e assistência em saúde é uma realidade palpável, personificada na trajetória inspiradora da professora Edna Pereira Gomes de Morais. Desde sua chegada à Uncisal em 2002, Edna tem demonstrado como a ciência se articula acima de meros conceitos acadêmicos, sendo um elemento que perpassa a sala de aula, o laboratório e as práticas assistenciais no Sistema Único de Saúde (SUS).

Professora de Fonoaudiologia, Edna não apenas ministra aulas, mas também orienta projetos de pesquisa e extensão que visam aprimorar a qualidade do cuidado em saúde. Atualmente, ela é professora titular e coordena o Laboratório de Tecnologia e Evidências em Saúde (LabTES), um espaço institucional que conecta a produção científica à prática clínica. Este laboratório é um ambiente onde os estudantes podem se envolver em pesquisas que vão desde a iniciação científica até a conclusão de cursos de mestrado, sempre com foco na aplicação de evidências que melhoram o atendimento ao paciente.

Edna acredita que a ciência deve ser uma prática diária, não apenas um mero conteúdo teórico. Sua abordagem nas disciplinas que leciona prioriza o desenvolvimento do pensamento crítico nos futuros profissionais de saúde. Assim, a conexão constante com a literatura científica e os desafios reais vivenciados no campo permite que os estudantes desenvolvam uma visão reflexiva, reconhecendo a ciência como uma parte indissociável do cuidado que devem prestar.

Além das atividades acadêmicas, sua atuação em projetos de extensão e assistência expande a influência da ciência para fora dos muros da universidade. Coordena iniciativas voltadas para a saúde vocal de docentes e promove a produção e o consumo científico com um olhar social. Para Edna, a extensão é essencial, pois é através dela que o conhecimento se torna acessível à sociedade, refletindo um compromisso com a melhoria da qualidade de vida da população.

No contexto do SUS, a docente não apenas supervisiona estágios, mas também utiliza a ciência para guiar a prática clínica, assegurando que as intervenções sejam fundamentadas em evidências e respeitem a individualidade dos pacientes. Ela destaca a importância da atuação feminina na ciência, reconhecendo progressos, mas também apontando desafios persistentes, especialmente em áreas dominadas por homens.

Neste Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, Edna convida a reflexão sobre a importância da presença feminina na pesquisa e a luta por igualdade nesse espaço. Com a certeza de que “o conhecimento liberta”, ela incentiva as novas gerações de mulheres a fazer ciência de maneira ética, solidificando a ideia de que a pesquisa pode e deve servir como um agente de transformação social. A jornada de Edna na Uncisal ilustra como a ciência, quando integrada em todos os níveis de formação e operação, pode não apenas enriquecer a vida acadêmica, mas também otimizar os cuidados em saúde, beneficiando toda a sociedade.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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