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Medico alerta: Sintomas da estenose aórtica podem indicar risco grave de insuficiência cardíaca

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No dia 20 de maio de 2026, com a crescente preocupação sobre doenças cardíacas, o cirurgião cardíaco Kleberth Tenório, do prestigiado Hospital do Coração Alagoano, em Maceió, fez um alerta importante sobre a estenose aórtica. Essa condição, que muitas vezes se manifesta de maneira silenciosa, pode conduzir a complicações graves, como a insuficiência cardíaca, caso não seja diagnosticada e tratada a tempo.

A estenose aórtica ocorre quando a válvula que permite a saída do sangue para o resto do corpo se torna rígida e estreita, dificultando sua abertura. Com o tempo, isso pode comprometer seriamente a função cardíaca. Segundo o médico, o problema é frequentemente relacionado ao envelhecimento, com a válvula passando por um processo de calcificação que a torna cada vez mais rígida. Além disso, fatores como hipertensão arterial e níveis elevados de colesterol podem agravar a situação.

Kleberth Tenório destaca que os sintomas iniciais da estenose aórtica são frequentemente ignorados. Cansaço excessivo, falta de ar ao realizar atividades cotidianas, tontura e até desmaios são queixas comuns que alertam para essa condição grave. O especialista adverte que, conforme a doença avança, os pacientes podem enfrentar riscos significativos: “Aproximadamente 50% das pessoas que desenvolvem insuficiência cardíaca devido à estenose aórtica podem falecer em até dois anos se não receberem tratamento adequado.”

A detecção precoce é crucial. A orientação é que qualquer pessoa que perceba os sintomas mencionados busque avaliação médica imediata. O ecocardiograma, exame que pode identificar a estenose aórtica, é uma ferramenta valiosa nesse processo de diagnóstico.

No que diz respeito ao tratamento, o Hospital do Coração Alagoano oferece uma abordagem moderna e minimamente invasiva conhecida como TAVI (Implante Transcateter de Válvula Aórtica). Esse procedimento inovador é realizado por meio de uma punção na virilha, eliminando a necessidade de uma cirurgia de peito aberto. “Utilizando o sistema vascular, conseguimos implantar uma nova válvula diretamente no coração, proporcionando uma recuperação mais rápida e aumentando a segurança, especialmente para pacientes idosos ou aqueles considerados de alto risco para cirurgias convencionais”, enfatiza o cirurgião.

Tenório recomenda que individuos acima dos 70 anos, assim como aqueles com fatores de risco, mantenham um acompanhamento regular com profissionais de saúde especializados. O cuidado contínuo pode fazer a diferença na detecção e tratamento de condições cardíacas complexas semelhantemente à estenose aórtica, assegurando um futuro mais saudável.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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