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Câncer Colorretal: Diagnóstico Precoce Aumenta em 90% Chances de Cura, Alerta Médica

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No contexto da saúde pública, o câncer colorretal é uma preocupação crescente, especialmente no Brasil, onde ocupa a posição de um dos tipos de câncer mais comuns, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer. A médica Júlia Vasconcelos, que trabalha no Hospital Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, ressaltou a importância do diagnóstico precoce para a eficácia do tratamento dessa doença, afirmando que, se identificado nas fases iniciais, as chances de cura podem ultrapassar impressionantes 90%.

O câncer colorretal envolve a formação de tumores no intestino grosso e no reto. Infelizmente, muitos casos se desenvolvem a partir de pólipos, que são lesões benignas geralmente assintomáticas. Portanto, a detecção precoce é um fator crucial. Júlia enfatiza que a realização de exames de rastreamento como a colonoscopia e a pesquisa de sangue oculto nas fezes são fundamentais para a identificação e remoção desses pólipos antes que evoluam para um câncer maligno. A recomendação é que homens e mulheres a partir dos 50 anos realizem esses exames regularmente. Além disso, indivíduos mais jovens com histórico familiar de câncer colorretal devem ser particularmente vigilantes com relação a esses testes.

Embora o câncer colorretal possa ser assintomático nos seus estágios iniciais, existem sinais e sintomas que merecem atenção. Mudanças persistentes nos hábitos intestinais, como diarreia ou constipação, dor abdominal inexplicável, perda de peso sem motivo aparente e a presença de sangue nas fezes são alertas importantes. Júlia aponta que, em estágios mais avançados, pode-se notar alterações na forma das fezes, que podem se apresentar mais finas, parecendo uma “fita”.

Além da detecção precoce, Júlia Vasconcelos sublinha que a escolha de tratamentos adequados, que podem incluir cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, é vital para o sucesso do combate à doença. A profissional também alerta para os fatores de risco relacionados ao estilo de vida, como dietas com baixo teor de fibras, obesidade, sedentarismo, tabagismo e consumo excessivo de álcool, que podem aumentar a probabilidade de desenvolvimento do câncer colorretal.

Por outro lado, promover uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e grãos integrais, assim como manter uma rotina regular de atividades físicas, pode ajudar a reduzir significativamente esses riscos. A conscientização sobre a importância dos exames e a adoção de hábitos saudáveis são, portanto, essenciais na luta contra essa doença.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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