logo_mco_2023_200X75
logo_mco_120X45

Publicidade

Publicidade

Aumento de doenças respiratórias em crianças: alerta de médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão.

COMPARTILHE

Na atualidade, preocupa especialistas o crescente número de casos de doenças respiratórias em crianças, especialmente durante esse período do ano em que as oscilações de temperatura se tornam mais frequentes. O Dr. Helion Lisboa, médico do Hospital Dr. Ib Gatto Falcão, destaca que essa situação é especialmente alarmante para bebês menores de um ano, que integram um grupo particularmente vulnerável a complicações causadas por infecções respiratórias.

Os sintomas mais comuns associados a essas condições incluem tosse persistente, febre elevada, coriza, dificuldade ao respirar, chiado no peito e congestão nasal. Dr. Lisboa observa que as infecções respiratórias, como gripes, resfriados, bronquiolite e crises alérgicas, tendem a se intensificar nesse período. Ele salienta que as flutuações climáticas favorecem a proliferação de vírus, o que eleva a incidência dessas doenças entre as crianças.

De acordo com o médico, é crucial que pais e responsáveis estejam atentos aos sinais que podem indicar um quadro mais grave. Sintomas de alerta incluem respiração acelerada, esforço ao respirar, lábios arroxeados, febre que não cede, sonolência excessiva e recusa em se alimentar. Em situações como essas, a recomendação é buscar assistência médica sem demora.

Para prevenir complicações respiratórias, a vacinação é um dos passos fundamentais, mas não é o único. O Dr. Lisboa recomenda uma série de medidas de higiene e cuidado. Manter as mãos limpas com frequência, limitar a exposição das crianças a mudanças bruscas de temperatura e ambientes fechados, além de evitar o contato com fumaça, são práticas essenciais. Para os bebês, o uso de soro fisiológico para lavagem nasal pode facilitar a respiração e aliviar desconfortos.

O tratamento para essas doenças varia conforme a gravidade do quadro de cada paciente. Pode incluir desde hidratação e controle da febre até nebulizações e fisioterapia respiratória. O acompanhamento regular dos casos que requerem maior atenção é vital. O médico enfatiza a importância de evitar a automedicação e buscar orientação profissional diante do surgimento dos primeiros sinais de agravamento. Essas ações conjuntas são fundamentais para proteger a saúde das crianças e garantir seu bem-estar durante essa fase crítica.

Com informações e fotos da Sesau/AL

0

LIKE NA MATÉRIA

Publicidade