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Arapiraca sedia seminário sobre vigilância de doenças não transmissíveis com inscrições abertas

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No próximo dia 28, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) realizará um importante seminário em Arapiraca, voltado para o tema das doenças e agravos não transmissíveis. O evento faz parte da segunda etapa do Programa Alagoas Vigilante e ocorrerá no auditório do Centro Universitário Cesmac do Agreste. Este seminário visa reunir coordenadores da Atenção Primária à Saúde, da Vigilância Epidemiológica e representantes das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de 46 municípios da II Macrorregião de Saúde, que inclui as áreas do Agreste, Sertão e Baixo São Francisco.

A programação do seminário será bastante abrangente, abordando questões relacionadas a doenças crônicas não transmissíveis, fatores de risco, anomalias congênitas, doença falciforme, além de tópicos relacionados a violências e intoxicações exógenas. O foco do encontro será discutir estratégias efetivas de prevenção, resposta imediata e a integração entre vigilância e cuidados de saúde.

As inscrições estão sendo feitas online, e é um momento significativo para profissionais e gestores da saúde, uma vez que, segundo Renata Tenório, gerente de Vigilância e Controle das Doenças Não Transmissíveis da Sesau, o evento representa uma oportunidade de qualificar os serviços oferecidos e ampliar as respostas às necessidades de saúde da população. O programa Alagoas Vigilante, que já se encontra em sua segunda fase, busca fortalecer a vigilância em saúde em todos os 102 municípios de Alagoas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevisa) e pela Superintendência de Vigilância e Controle de Doenças. Com foco na atualização técnica e na integração entre instituições, o Alagoas Vigilante está promovendo diálogos cruciais sobre saúde coletiva, incluindo tanto questões de doenças transmissíveis quanto não transmissíveis, saúde do trabalhador e estratégias para a resposta a emergências em saúde pública.

Este seminário não só reflete um esforço conjunto para melhorar a saúde da população, mas também representa um passo importante em direção a uma abordagem mais integrada e eficiente no enfrentamento das dificuldades que envolvem as doenças não transmissíveis em Alagoas. A participação de profissionais da saúde é essencial para que as boas práticas sejam disseminadas e implementadas de forma eficaz.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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