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Alagoas Vigilante: Seminário discute prevenção de doenças não transmissíveis em 102 municípios

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No dia 20 de maio de 2026, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) organizou uma significativa etapa do Programa Alagoas Vigilante, com foco na Vigilância das Doenças e Agravos Não Transmissíveis. O evento foi realizado no auditório do Centro Universitário Mário Pontes Jucá (UMJ), localizado em Maceió, e contou com a participação de representantes de 56 municípios que compõem a I Macrorregião de Saúde, englobando as regiões Litorais Norte e Sul, Zona da Mata, Vale do Paraíba e a própria Maceió.

Lançado no início deste mês pela Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevisa), o Programa Alagoas Vigilante busca aprimorar a capacidade de prevenção e cuidados à saúde da população dos 102 municípios de Alagoas. Esta iniciativa é direcionada à qualificação das ações locais, promovendo uma atualização técnica necessária, além de fomentar a integração institucional e o fortalecimento da vigilância em saúde em todo o estado.

A gerente do Programa Estadual de Vigilância das Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Sesau, Renata Tenório, enfatizou a relevância do seminário como um espaço crucial para capacitar profissionais e alinhar estratégias entre o estado e os municípios. Durante sua fala, Renata destacou a importância de fortalecer a vigilância em saúde nas diferentes regiões de Alagoas: “O encontro está sendo muito rico em conhecimento. Quando os profissionais estão bem preparados e trabalham de maneira integrada, é possível identificar fatores de risco e desenvolver estratégias mais eficazes para sua mitigação”.

O seminário contou com uma série de palestras abordando os desafios e as estratégias para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis nas comunidades locais, além de discutir o papel vital da Atenção Primária à Saúde na prevenção desses agravos. As ações de controle do tabagismo foram um dos focos do debate, destacando a necessidade de prevenção e apoio contínuo aos fumantes.

Outra pauta significativa foi o panorama epidemiológico da doença falciforme e das anomalias congênitas em Alagoas. A discussão incidiu sobre a qualificação da vigilância e a melhoria no processo de notificação, bem como a importância de um atendimento contínuo e humanizado na Atenção Primária à Saúde.

Adicionalmente, o seminário incluiu debates sobre vigilância de causas externas, como acidentes e violências, e o aprimoramento dos fluxos de atendimento na Rede de Atenção às Violências e Intoxicações Exógenas.

Sara Barros, assessora técnica da Vigilância Epidemiológica da cidade de Atalaia, expressou a relevância do programa para o aprimoramento das práticas locais: “O Programa Alagoas Vigilante é fundamental para as ações realizadas nos municípios, pois proporciona aos profissionais diretrizes para melhorar a qualidade de vida da população”, afirmou Barros, reforçando a importância do evento e as expectativas sobre os seus desdobramentos.

Com informações e fotos da Sesau/AL

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