Na última sexta-feira, 9 de junho, técnicos do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) realizaram uma ação de coleta de amostras na praia da Ponta Verde, localizada em Maceió. A intervenção foi motivada por denúncias sobre o aparecimento de uma estranha “língua suja” na região, que levantou preocupações sobre a qualidade da água e os possíveis riscos à saúde dos banhistas e moradores locais.
A equipe de profissionais do laboratório do IMA/AL seguiu até o local para analisar o que efetivamente havia sido despejado no mar. Neste esforço, foram coletadas amostras para investigar a natureza e a composição do material encontrado, algo crucial para compreender a origem da contaminação e as consequências para o ecossistema local. Os resultados dessas análises devem ser divulgados em até dez dias, permitindo assim que as autoridades competentes tomem as providências necessárias com base nas informações obtidas.
Paulo Lira, gerente do laboratório, destacou a rapidez e a eficiência com que os técnicos atuaram, garantindo a qualidade das amostras para uma análise precisa. Segundo ele, essa abordagem meticulosa visa colaborar com outras frentes do IMA/AL no desenvolvimento de estratégias que respeitem a legislação ambiental vigente. A coleta e análise de dados são fundamentais para a tomada de decisões informadas e eficazes em resposta a incidentes como este.
Além disso, a operação contará com o acompanhamento das equipes de fiscalização e gerenciamento costeiro, o que reforça a importância de um trabalho integrado na resposta a emergências ambientais. Diante do potencial risco à saúde pública, o IMA/AL também emitiu recomendações à população, orientando que evitem entrar no mar nas áreas afetadas pelas línguas sujas. A presença de contaminantes na água do mar pode resultar em sérios problemas de saúde, e a cautela é fundamental para a proteção dos cidadãos.
Enquanto aguarda-se a publicação dos laudos, a comunidade permanece vigilante, atenta às orientações das autoridades ambientais, na expectativa de que medidas efetivas sejam tomadas para assegurar a saúde pública e o bem-estar do ambiente costeiro da capital alagoana.
Com informações e fotos da Semarh/AL













