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Procon Maceió fiscaliza agências bancárias para garantir direitos dos consumidores na capital.

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O Procon Maceió, órgão de defesa do consumidor, está intensificando suas ações de fiscalização nas agências bancárias da capital, após verificar um aumento no número de denúncias contra os bancos. Com o objetivo de garantir um melhor atendimento ao público e o cumprimento das leis, o Procon iniciou uma operação de fiscalização nesta semana, visitando diversas agências bancárias.

Segundo a diretora-executiva do Procon Maceió, Cecília Wanderlei, a ação é necessária para garantir que os consumidores sejam respeitados e que as normas legais sejam cumpridas pelos bancos. Durante a operação, os fiscais do Procon notificaram dois dos oito bancos visitados para que adequassem o sistema de triagem com senhas eletrônicas, garantindo o cumprimento do tempo de espera na fila e o atendimento prioritário.

É importante ressaltar que a participação dos consumidores é fundamental para o trabalho do Procon. Cecília Wanderlei destaca a importância de denunciar eventuais irregularidades através dos canais de atendimento do órgão, para que as medidas necessárias possam ser tomadas.

De acordo com a legislação municipal, o tempo máximo de espera na fila do banco não deve ultrapassar 20 minutos. Em casos de véspera ou pós-feriados prolongados e dias de pagamento dos funcionários públicos, esse tempo pode se estender para 30 minutos. A diretora do Procon alerta que algumas agências estão restringindo o acesso dos consumidores ao interior das agências, o que é proibido por lei.

Para fazer denúncias ou registrar reclamações, os consumidores podem contatar o Procon através dos seguintes canais de atendimento: ProconFone 0800 082 4567, ProconZap (82) 98882-8326, e-mail atendimento@procon.maceio.al.gov.br e Instagram @proconmaceio.

A ação do Procon Maceió visa garantir que as agências bancárias da capital cumpram as normas e garantam um atendimento de qualidade aos consumidores. É importante que os consumidores estejam cientes de seus direitos e denunciem eventuais infrações, para que o Procon possa intervir e garantir a proteção dos consumidores.

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