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Brasil quer que Legislativo apresse a aprovação do acordo Mercosul/UE | José Osmando

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O Brasil faz neste momento um esforço concentrado no Congresso, para ver aprovado nas duas Casas Legislativas, o acordo firmado entre os países da Europa e as nações que integram o Mercosul. 

Embora já firmado entre os dois blocos de países, o acordo precisa ser referendado pelo Legislativo de cada um dos integrantes dos dois blocos, para que possa vigorar ainda este ano.

O Vice-Presidente Geraldo Alckmin, que também comanda o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, está pessoalmente à frente dos diálogos com dirigentes de Câmara e Senado, recebendo sinal positivo desses dirigentes, notadamente do Presidente da Câmara, Hugo Mota,  de que a movimentação pela aprovação se dará de maneira rápida, podendo ser concretizada ainda neste mês de fevereiro. 

Sabem os dirigentes legislativos que essa união Mercosul/União Europeia é o maior acordo comercial de toda a história do universo. 

E, melhor ainda, sabe o governo brasileiro do quanto o acordo será benéfico para o empresariado e para a população, com aumento de exportações e exportações e redução de preços ao consumidor, daí o empenho demonstrado por Alckmin.

Aqui se fala de um tratado que envolve, inicialmente, 31 países (sendo 27 da Europa e 4 da América do Sul), num mercado de 22 trilhões de dólares e população superior a 720 milhões de habitantes.

 Esse número de nações ainda poderá aumentar, porque além de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, a Venezuela (que está suspensa do Mercosul) e a Bolívia, poderão ingressar numa outra etapa, assim como outros países da Europa, a exemplo da França, poderão ingressar depois que os resultados favoráveis começarem a se tornar visíveis na vigência do acordo.

O Brasil será grande beneficiário dessa união entre duas das zonas de negócios mais importantes do mundo, que pretende eliminar cerca de 91% das tarifas ainda impostas sobre produtos negociados entre blocos, criando enormes possibilidades de expansão de um comércio livre, que vai beneficiar os dois lados de maneira notável.

Embora a eliminação de taxação tenha que passar uma desgravação gradual, com alguns impostos podendo chegar até 10 anos até se completar o processo, na maioria dos casos, porém, os efeitos serão imediatos. Por isso, o Governo brasileiro corre para que Câmara e Senado se aliem nessa tarefa de dar o sinal verde para que o acordo possa entrar em vigor neste ano de 2026.

Por José Osmando

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