No cenário dos Jogos Olímpicos de Inverno, Milão-Cortina 2026 representou um marco significativo para o Brasil, estabelecendo o país como uma força emergente com atletas que se destacaram nos rankings mundiais. A nação sul-americana fez história ao conquistar sua primeira medalha de ouro com Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante do esqui alpino. Este feito não apenas atraiu atenção internacional, mas também cativou a torcida brasileira, que, mesmo durante o carnaval, acompanhou as competições de perto.
O envolvimento do público e o apoio fervoroso foram fundamentais, conforme ressaltado por Marco La Porta, Presidente do Comitê Olímpico do Brasil, que viu na participação brasileira a representação de um protagonismo crescente nos esportes de inverno. Este sucesso reforça o potencial do Brasil para alcançar resultados ainda mais expressivos nos próximos eventos internacionais.
Anders Pettersson, presidente da Confederação Brasileira de Desportos na Neve, destacou o planejamento de longo prazo que contribuiu para tal desempenho, prevendo que os recentes resultados impulsionarão ainda mais o Brasil em futuras competições. Para Emílio Strapasson, Chefe de Missão do Time Brasil e presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo, o horizonte é promissor com jovens talentos ganhando espaço e garantindo uma transição bem-sucedida para a categoria adulta.
O caminho para os Jogos de Inverno nos Alpes Franceses 2030 já começou. O Brasil conta com uma base sólida de jovens atletas como Lucas Pinheiro, Manex Silva e Eduarda Ribera, que continuarão a ser protagonistas. Nomes promissores estão despontando, como Gaia Brunello, que tem potencial para recolocar o país no biatlo; Gustavo Ferreira, que está pronto para assumir a liderança no bobsled; e Zion Bethonico, medalhista de bronze nos Jogos da Juventude.
Além deles, Lucas Koo e Priscila Cid têm demonstrado potencial na patinação de velocidade e no snowboard, respectivamente. Eduardo Strapasson, no skeleton, e a dupla de dança no gelo Natália Pallu Neves e Jayin Panesar, também se preparam para brilhar. Julia de Vos, com sua formação nos Países Baixos, completa este time de jovens que estão reescrevendo a história dos esportes de inverno no Brasil.
O ciclo até 2030 promete ser de evolução constante, com essa nova geração de atletas trazendo esperança de mais conquistas. A história iniciada em Milão-Cortina é apenas o começo de uma trajetória repleta de desafios e novas vitórias nos Jogos de Inverno.
Com informações do Comitê Olimpico do Brasil
Legenda Foto: Brasil brilha em Milão-Cortina 2026 e planeja evolução contínua nos Jogos de Inverno até 2030 com jovens talentos em ascensão. Foto: Rafael Bello/COB.











