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STF inicia julgamento para decidir constitucionalidade da lei de abuso de autoridade.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início a análise da constitucionalidade da Lei de Abuso de Autoridade. O debate começou com o voto do relator ministro, Gilmar Mendes, que defendeu a validade da maior parte dos dispositivos da lei.

A Lei de Abuso de Autoridade foi sancionada em 2019, com o objetivo de coibir condutas abusivas por parte de agentes públicos, como policiais, promotores e juízes. No entanto, desde então, a sua constitucionalidade tem sido questionada. Diante disso, o STF decidiu analisar o tema para definir se a lei deve ser mantida ou revogada.

Durante a sessão, o ministro Gilmar Mendes destacou a importância da lei para garantir um equilíbrio nas relações entre o Estado e os cidadãos. Ele ressaltou que a legislação não tem o intuito de prejudicar o trabalho das autoridades, mas sim de garantir que elas atuem dentro dos limites legais.

Além disso, o relator também pontuou que a Lei de Abuso de Autoridade não fere a independência dos poderes, mas sim busca fortalecer a democracia e o Estado de Direito.

Em seu voto, Gilmar Mendes ressaltou que a lei não é uma afronta ao princípio da separação dos poderes, pois não interfere na atuação das autoridades, mas sim estabelece parâmetros para evitar abusos. Ele defendeu que os agentes públicos devem atuar de forma transparente e dentro da legalidade.

A discussão sobre a constitucionalidade da Lei de Abuso de Autoridade continuará nas próximas sessões do STF, onde os demais ministros poderão apresentar seus votos e argumentos sobre o tema. A decisão final irá impactar diretamente na aplicação e validade da lei em todo o país.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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