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Pix se torna o meio de pagamento favorito dos pequenos empreendedores no Brasil, diz Sebrae

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A modalidade de pagamento conhecida como Pix, introduzida pelo Banco Central há pouco mais de cinco anos, tem se consolidado rapidamente na rotina dos pequenos empreendedores brasileiros. De acordo com uma pesquisa recente realizada pelo Sebrae, o Pix se apresenta como a principal forma de recebimento para quase 60% desses empresários. Além de ser amplamente preferido para receber pagamentos, essa modalidade é também utilizada por 53% das pequenas empresas para pagar a seus fornecedores, evidenciando sua importância nas operações financeiras diárias.

Os dados trazem à tona um quadro onde métodos tradicionais, como cartões de crédito e débito, somam apenas 17% das preferências, enquanto o dinheiro em espécie limita-se a meros 7%. Essa tendência de adesão ao Pix reflete um movimento crescente de digitalização dos meios de pagamento, sendo impulsionado por fatores como a facilidade de acesso via dispositivos móveis, rapidez nas confirmações e a ausência de taxas, que tornam esta ferramenta atraente para empresários e consumidores.

O impacto do Pix é particularmente notável no setor de alimentação fora do lar, onde a agilidade nas transações permite uma melhor gestão do fluxo de caixa e redução de custos operacionais com outros métodos de pagamento. O levantamento do Sebrae também revela que, ao analisar as variações conforme o porte das empresas, os microempreendedores individuais (MEIs) são os que mais adotam o Pix, com 70% utilizando essa forma de pagamento. Em comparação, 48% dos microempresários e apenas 38% das pequenas empresas fazem o mesmo.

José Eduardo Camargo, um especialista da Abrasel, destaca que o Pix representa um avanço tecnológico significativo para os pequenos negócios, facilitando operações e gerando uma economia relevante. Ele enfatiza que a simplicidade do processo de pagamento tem o potencial de aumentar as vendas e fidelizar clientes, visto que a preferência do consumidor por métodos rápidos e eficientes se torna cada vez mais evidente.

Adicionalmente, a adoção do Pix não é uniforme em todo o Brasil, revelando variações regionais e geracionais. Nas regiões Norte e Nordeste, o uso do sistema é mais prevalente, o que pode se atribuir à dificuldade de acesso a serviços financeiros convencionais. Já no que diz respeito à faixa etária, a receptividade diminui entre empreendedores mais velhos, especialmente aqueles com 60 anos ou mais, onde apenas 46% indicam o Pix como a opção principal.

Por fim, Val Cabral, proprietária de uma confeitaria em Cuiabá, observa que o Pix representa metade de suas vendas, destacando a preferência de seus clientes mais jovens pelo pagamento digital. A praticidade e a ausência de taxas tornam essa modalidade não apenas conveniente, mas também vantajosa para sua operação.

Essas revelações ressaltam o papel vital que o Pix desempenha na modernização das transações financeiras de pequenos empreendedores, evidenciando uma clara tendência rumo à digitalização nas vendas e pagamentos em todo o país.

Com informações e fotos da Abrasel/BR

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