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Pandemia impulsiona abertura de mais da metade dos negócios em favelas, revela estudo.

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A pandemia de COVID-19 trouxe diversas mudanças ao cotidiano e à economia de forma geral, e as favelas também foram profundamente impactadas por essa nova realidade. Um estudo recente revela que, desde o início da crise sanitária, mais da metade dos novos negócios nas comunidades foi inaugurada em meio às dificuldades impostas pela pandemia. A necessidade de adaptação e a busca por alternativas financeiras impulsionaram muitos moradores a empreenderem, criando oportunidades em um cenário tradicionalmente cercado de desafios.

A pesquisa indica que, com as limitações impostas pelo distanciamento social e o fechamento de estabelecimentos, muitos indivíduos encontraram nas vendas informais uma saída para a crise. Os setores que mais se destacaram incluem varejo de alimentos e serviços pessoais, que foram essenciais durante os momentos mais críticos. A capacidade de se reinventar foi fundamental: os empreendedores locais adotaram estratégias inovadoras, como a venda online e a entrega em domicílio, para atender à demanda que, embora alterada, se manteve presente.

Além disso, as cooperativas e os grupos de apoio surgiram como uma rede de suporte nesses locais, oferecendo orientação e recursos básicos para quem desejava iniciar um empreendimento. Essa dinâmica não apenas fomentou a economia local, mas também fortaleceu os laços comunitários, criando um sentimento de solidariedade e colaboração entre os moradores.

Embora os desafios ainda sejam grandes, essa onda de empreendedorismo que brotou nas favelas reflete tanto a resiliência dos indivíduos quanto uma mudança de mentalidade diante da adversidade. Os resultados têm mostrado que, mesmo em momentos difíceis, é possível encontrar caminhos para o sucesso e a sustentabilidade econômica. A superação das dificuldades pelo empreendedorismo indica uma transformação positiva, com um potencial para reverter as condições socioeconômicas históricas dessas regiões.

Assim, a pandemia, em vez de ser apenas um momento de crise, também pode ser vista como um catalisador para novas formas de trabalho e desenvolvimento nas favelas, que agora buscam não apenas sobreviver, mas prosperar. O futuro parece promissor, à medida que esses novos negócios se estabelecem e contribuem para a construção de uma economia mais diversificada e inclusiva.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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