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ONG alerta sobre expansão do autoritarismo em 100 países sob influência da desordem de Trump

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A recente análise de uma organização não governamental revelou que o clima de desordem e autoritarismo tem se intensificado em diversas partes do mundo, especialmente sob a influência de líderes que adotam políticas controversas e retóricas divisivas. O estudo alerta que este fenômeno não é restrito a uma região específica, mas se espalha por cerca de 100 países, englobando democracias tradicionais e regimes mais instáveis.

O levantamento enfatiza que, nas últimas décadas, o aumento do autoritarismo está associado a um retrocesso significativo em áreas como a liberdade de imprensa, direitos humanos e a transparência governamental. As ações de líderes populistas que deslegitimam a oposição e desprezam instituições democráticas têm contribuído para essa tendência preocupante. Os informes indicam que, em várias nações, a confiança no governo diminuiu drasticamente, criando um ambiente em que a população se sente marginalizada e sem voz ativa.

Além disso, o relatório destaca que o uso da desinformação e das redes sociais como ferramentas para manipulação da opinião pública tem desempenhado um papel central nesse cenário. A propagação de notícias falsas e teorias da conspiração afeta a capacidade dos cidadãos de discernir entre informações verdadeiras e falsas, minando a confiança em fontes tradicionais de notícias e em informações oficiais.

Os desafios impostos por esses líderes autoritários não se limitam apenas à política, mas também repercutem em esferas sociais e econômicas. O aumento das tensões sociais e as crescentes desigualdades econômicas são amplamente percebidos, acentuando ainda mais a divisão entre os diferentes segmentos da população. Em face desse panorama, a ONG enfatiza a necessidade urgente de promover e proteger os direitos democráticos, e de fortalecer as instituições que garantem a governança justa e a liberdade de expressão.

Portanto, a situação atual exige atenção e ação efetiva tanto de cidadãos quanto de líderes globais para reverter esse quadro de desconfiança e instabilidade. A construção de um futuro mais democrático e equitativo passa, necessariamente, pela defesa da liberdade e do respeito mútuo entre as nações e seus cidadãos. O panorama atual não é apenas uma questão política, mas um chamado à responsabilidade de todos para garantir que os princípios democráticos sejam respeitados e valorizados em cada canto do mundo.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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