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Negligência do Estado prejudica mais de 32 mil famílias de pescadores artesanais no Brasil.

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A negligência do Estado está afetando drasticamente cerca de 32 mil famílias de pescadores artesanais no Brasil. Essas famílias, que dependem da pesca como única fonte de sustento, estão sofrendo com a falta de políticas públicas e apoio governamental, resultando em condições precárias de trabalho e de vida.

Os pescadores artesanais têm um papel fundamental na economia do país, fornecendo alimentos frescos e de qualidade à população, além de contribuírem para a geração de empregos e para a preservação do meio ambiente. No entanto, apesar da importância de seu trabalho, essas famílias enfrentam inúmeros desafios que vão desde a escassez de recursos naturais até a falta de infraestrutura adequada para exercerem suas atividades.

A falta de investimento em políticas de desenvolvimento sustentável e de proteção social para os pescadores artesanais tem gerado consequências desastrosas para essas famílias. Muitos pescadores enfrentam dificuldades para acessar crédito e assistência técnica, o que compromete a produtividade e a qualidade de seu trabalho. Além disso, a degradação ambiental e a exploração predatória dos recursos pesqueiros têm colocado em risco a sobrevivência desse segmento tão importante da sociedade.

É urgente que o Estado adote medidas efetivas para garantir os direitos e a dignidade das famílias de pescadores artesanais. É essencial que sejam implementadas políticas de incentivo à pesca sustentável, de fortalecimento da organização dos pescadores e de promoção de condições de trabalho dignas. Além disso, é fundamental que sejam criados mecanismos de proteção social e de segurança alimentar para essas famílias, de forma a garantir-lhes uma vida digna e livre de precariedades.

Em suma, a negligência do Estado em relação às famílias de pescadores artesanais é inaceitável e deve ser combatida com urgência. É necessário que sejam adotadas medidas concretas para garantir o bem-estar e a sustentabilidade dessas comunidades, reconhecendo o papel fundamental que desempenham na sociedade e no meio ambiente. A proteção dos direitos humanos e a promoção da dignidade de todos os cidadãos devem ser prioridades absolutas do Estado.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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