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Ministro Dino proíbe novas verbas acima do teto do funcionalismo público para assegurar equilíbrio fiscal

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O governador do estado, em um recente pronunciamento, determinou a suspensão da criação de novas rubricas financeiras que superem o limite estabelecido para os salários do funcionalismo público. Essa decisão vem em um momento de rigor fiscal e busca garantir a sustentabilidade dos gastos do estado. A medida reflete a necessidade de equilibrar as contas públicas, evitando a ampliação da folha de pagamento de servidores em um cenário econômico desafiador.

Essa política é parte de um conjunto de ações destinadas a controlar o aumento das despesas, promovendo um uso mais responsável dos recursos financeiros. O governador destacou que a decisão foi pautada pela responsabilidade fiscal e pelo compromisso com a transparência na administração pública, visando não apenas o bem-estar dos servidores, mas também a saúde financeira do estado como um todo.

A proibição se estende à criação de quaisquer novas verbas que possam sobrecarregar o orçamento, garantindo assim que os gastos fiquem dentro do que é permitido pela legislação. Essa estratégia busca coibir a prática de aumentar artificialmente os salários e, consequentemente, a pressão sobre o caixa público.

Além disso, a medida deve ser vista como uma forma de fomentar a eficiência nos serviços públicos, uma vez que os recursos devem ser empregados de maneira a atender as reais necessidades da população e não a interesses pessoais. O governador enfatizou que essa é uma etapa crucial para que haja um avanço nas políticas públicas, sem comprometer a saúde financeira do estado.

Ao adotar essa postura rígida contra a criação de novas verbas, a administração pública reafirma seu comprometimento com a ética e a responsabilidade, fundamentais em tempos de crise. Essa ação é uma resposta à pressão por melhorias nos serviços oferecidos à população, que demanda eficácia, mas dentro de um modelo de gestão que prioriza a prudência e a sustentabilidade. Assim, a equipe governamental continuará a monitorar a execução orçamentária de forma a garantir que o estado permaneça em conformidade com as suas obrigações financeiras, promovendo o bem comum.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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