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Investigação da PF revela grupo que usava sistema da Abin para espionagem ilegal de autoridades.

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A Polícia Federal deflagrou a quarta fase da Operação Última Milha, com o intuito de desarticular uma organização criminosa responsável por monitorar ilegalmente autoridades públicas e disseminar notícias falsas, utilizando-se do sistema da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Nesta etapa da operação, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão em cidades como Brasília, Curitiba, Juiz de Fora, Salvador e São Paulo, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.

De acordo com a Polícia Federal, membros dos Três Poderes e jornalistas foram alvos desse grupo, que se utilizava de perfis falsos e informações falsas para difamar e monitorar pessoas e agentes públicos, acessando ilegalmente computadores, telefones e infraestrutura de telecomunicações. Os crimes investigados são de organização criminosa, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, interceptação clandestina de comunicações e invasão de dispositivo informático alheio.

A primeira fase da Operação Última Milha aconteceu em outubro do ano passado, quando a PF investigava o uso indevido do sistema de geolocalização de dispositivos móveis sem autorização judicial por servidores da Abin. Esse sistema invasivo teria sido utilizado repetidamente, invadindo a rede de telefonia brasileira, com o serviço sendo adquirido com recursos públicos.

Essa quarta fase da operação demonstra o compromisso da Polícia Federal em combater organizações criminosas que atuam de forma ilegal e danosa para a sociedade, contribuindo para a preservação do Estado Democrático de Direito e para a proteção das autoridades públicas e da população em geral. A continuidade das investigações e ações da PF evidenciam a importância de coibir práticas ilícitas e garantir a segurança e integridade do sistema de inteligência do país.

Com informações da EBC
Fotos: © Polícia Federal/divulgação / EBC

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