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Fim da isenção de títulos privados não afetará produtores, afirma ministro Haddad

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O recente anúncio sobre o término da isenção fiscal para títulos privados gerou debates entre especialistas e produtores do setor. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, garantiu que essa mudança não trará consequências negativas para os produtores. Segundo ele, a decisão foi tomada após uma análise cuidadosa das implicações econômicas e sociais, visando um equilíbrio nas contas públicas.

Haddad argumenta que a isenção fiscal, embora tenha ajudado a atrair investimentos para o agronegócio, acabava por beneficiar, em sua maioria, o público que já possui condições financeiras mais favorecidas. O ministro enfatizou que o governo pretende redirecionar esses recursos para áreas mais necessitadas, como saúde e educação. Assim, o foco se volta para garantir um suporte sustentável e equilibrado aos setores que mais precisam de investimento.

Nesse sentido, Haddad ressaltou que os produtores possuem recursos e mecanismos que poderão compensar a perda dessa isenção. Ele acredita que os incentivos do governo não devem ser permanentes, e que a autonomia dos produtores e de outras áreas está em priorizar investimentos em tecnologia e inovação. Ao longo do discurso, ele também destacou a importância de diversificar as fontes de financiamento para o agronegócio, ampliando as opções de crédito e recursos disponíveis no mercado.

Em resposta a preocupações levantadas sobre o impacto da medida nos preços dos produtos agrícolas, o ministro afirmou que a competitividade do setor poderá ser mantida através do aumento da eficiência e da produção. A aposta em inovações tecnológicas permitirá, segundo ele, uma redução de custos que deverá beneficiar diretamente o consumidor final.

Essa mudança faz parte de um contexto maior de ajustes necessários na política fiscal do país, onde a busca por um equilíbrio orçamentário é essencial. Haddad concluiu que, apesar das novas regras, o governo permanece aberto ao diálogo com os representantes do agro a fim de entender e mitigar qualquer eventual impacto negativo, sempre buscando o fortalecimento do setor produtivo. Em suma, a expectativa é de que, com as adaptações certas, o agronegócio continue a prosperar no Brasil.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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