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Diretora propõe reflexão sobre violações indígenas na ditadura em filmes de cinema.

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O cinema brasileiro tem um papel fundamental no resgate e na reflexão sobre a história do país, e um dos aspectos que merecem maior destaque são as violações de direitos humanos cometidas contra os povos indígenas durante o período da ditadura militar. Essa é a opinião da diretora de cinema e documentarista, Betse de Paula, que ressalta a importância de trazer à tona essas questões para a produção audiovisual nacional.

Ao longo dos anos de chumbo, os povos indígenas foram alvos de diversas violações, como a expulsão de suas terras, a repressão de suas práticas culturais e religiosas, a perda de suas línguas e a violência física. No entanto, esses episódios ainda não foram devidamente explorados e discutidos no cinema brasileiro, o que torna fundamental o olhar atento e crítico para essa parte da nossa história.

Para Betse de Paula, é preciso que o cinema brasileiro dê voz aos povos indígenas e os coloque como protagonistas de suas próprias narrativas. Isso significa não apenas abordar as violações que sofreram durante a ditadura, mas também mostrar a resistência e a luta desses povos em defesa de seus direitos e de suas terras. A diretora ressalta ainda a importância de se ouvir as lideranças indígenas e de se valorizar suas histórias e memórias.

Além disso, Betse de Paula destaca a necessidade de se ampliar o diálogo entre o cinema e os povos indígenas, criando parcerias e espaços de colaboração para que suas vozes sejam ouvidas e suas representações sejam feitas de forma mais autêntica e respeitosa. Ela acredita que somente assim será possível construir uma narrativa mais plural e inclusiva sobre a história do Brasil.

Em resumo, a diretora de cinema Betse de Paula defende que o cinema brasileiro deve olhar para as violações sofridas pelos povos indígenas durante a ditadura militar, dando voz e espaço para que essas histórias sejam contadas e para que a memória desses povos seja preservada e valorizada. Ela acredita que somente através do reconhecimento e da reparação dessas violações será possível construir uma sociedade mais justa e igualitária para todos.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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