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China e Rússia solicitam à ONU libertação imediata de Nicolás Maduro em nova resolução.

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Em um importante desdobramento político no cenário internacional, a Rússia e a China uniram forças para solicitar à Organização das Nações Unidas a libertação imediata do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A solicitação reflete um alinhamento estratégico entre os dois países, que têm oferecido suporte contínuo ao governo venezuelano em meio a uma crise política e econômica que se arrasta há anos.

A declaração conjunta é vista como um gesto de apoio à soberania da Venezuela, evidenciando ações coordenadas em um contexto global marcado por tensões geopolíticas. Rússia e China têm se posicionado firmemente contra as intervenções de potências ocidentais em países considerados soberanos, tendo como prioridade a defesa de seus aliados na América Latina.

O governo venezuelano, por sua vez, enfrenta um cenário desafiador, caracterizado por sanções internacionais e a pressão interna por mudanças. A situação tem gerado debates acalorados sobre o papel que as grandes potências devem desempenhar em intervenções políticas e sociais em nações em crise. A Venezuela, rica em petróleo e recursos naturais, se tornou um ponto focal de disputas de influência entre potências globais, incluindo os Estados Unidos, que têm pressionado por uma mudança de governo em Caracas.

A solicitação de Moscou e Pequim destaca o comprometimento de ambos os países com a estratégia de fortalecer alianças que desafiam a hegemonia ocidental. Além disso, encerra a possibilidade de um consenso fácil na ONU, especialmente em um momento em que questões de direitos humanos e governança são frequentemente debatidas e à mercê de interesses políticos.

Enquanto os líderes russos e chineses defendem Maduro, a oposição venezuelana continua a clamar por reformas e por um caminho democrático, em um contexto em que a população enfrenta dificuldades crescentes. O futuro político da Venezuela permanece incerto, e a intervenção de países estrangeiros tende a complicar ainda mais a dinâmica interna, fazendo com que as esperanças de resolução sejam misturadas com disputas de poder exteriores. A cena internacional, certamente, continuará a observar de perto esta situação, à medida que os desdobramentos futuros se desenrolam.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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