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ANS abre consulta pública para ampliar cobertura de medicamento para tratamento de câncer.

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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abriu uma consulta pública para discutir a inclusão de um novo medicamento para o tratamento de câncer no rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde. A proposta é que o pembrolizumabe, indicado para o tratamento de tumores de pulmão, cabeça e pescoço, seja incorporado aos procedimentos obrigatórios dos convênios médicos.

A consulta pública é uma etapa importante no processo de atualização do rol de procedimentos da ANS, que define os tratamentos e medicamentos que os planos de saúde são obrigados a fornecer aos seus beneficiários. Nesse caso, a inclusão do pembrolizumabe pode significar mais uma opção de tratamento para pacientes com câncer, ampliando as possibilidades de cura e controle da doença.

A decisão de incorporar um novo medicamento ao rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde passa por uma avaliação criteriosa da ANS, levando em consideração a eficácia, segurança e custo do tratamento. Além disso, a agência também avalia a relevância do medicamento para o sistema de saúde como um todo, considerando o impacto que a sua inclusão pode ter na assistência aos pacientes.

Os interessados em contribuir com a consulta pública têm até o dia 30 de março para enviar suas sugestões e comentários sobre a proposta de incorporação do pembrolizumabe ao rol de procedimentos da ANS. Essa é uma oportunidade para a sociedade civil, especialistas e demais interessados participarem ativamente do processo de decisão da agência reguladora, contribuindo com informações e pontos de vista que possam enriquecer a discussão sobre o acesso a tratamentos inovadores para o câncer.

Portanto, a consulta pública da ANS sobre a cobertura do medicamento para câncer é uma iniciativa importante para ampliar o debate sobre o acesso a novas tecnologias no tratamento da doença, garantindo que os pacientes tenham acesso a opções terapêuticas modernas e eficazes por meio dos planos de saúde. A participação dos interessados é fundamental para que a decisão final da agência leve em consideração diferentes perspectivas e necessidades dos beneficiários dos convênios médicos.

Com informações da EBC
Fotos: / EBC

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