No dia 26 de março de 2026, foi oficialmente publicada a Portaria nº 896, que amplia a vigência do estado de emergência zoossanitária em todo o Brasil por mais 180 dias. Essa medida é uma resposta à identificação da circulação do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP), especificamente do subtipo H5N1, entre aves silvestres no país.
Essa prorrogação tem o intuito de garantir que o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) esteja preparado para implementar ações rápidas que visem a contenção e erradicação de focos do vírus. Ademais, a medida facilitará a mobilização de recursos da União e possibilitará uma maior articulação com outros órgãos governamentais em diferentes esferas, além de organizações não governamentais. O cenário atual exige uma abordagem integrada, já que a doença pode impactar tanto a saúde animal como a saúde pública e a economia.
A gripe aviária é uma doença viral que afeta principalmente aves, e o Brasil não é exceção. O primeiro registro do vírus em aves silvestres ocorreu em 15 de maio de 2023. Mais de um ano depois, em 15 de maio de 2025, o vírus foi detectado em aves comerciais, marcando uma preocupação significativa para o setor avícola brasileiro. Até o momento, foram reportados 188 casos da doença, sendo 173 em aves silvestres, 14 em aves de subsistência e um em aves de produção comercial.
A manutenção do estado de emergência é crucial, não só para a saúde das aves, mas também para a segurança alimentar e a proteção da economia rural. A situação é monitorada constantemente, com medidas sendo tomadas para evitar a transmissão do vírus e proteger os rebanhos. É importante que todos os envolvidos na cadeia da avicultura permaneçam atentos às orientações e recomendações das autoridades sanitárias, garantindo a saúde das aves e, consequentemente, a segurança alimentar da população.
Mais informações sobre a gripe aviária e as ações em desenvolvimento podem ser obtidas através do canal adequado.
Com informações e Fotos do Ministério da Agricultura e Pecuária













