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Café brasileiro ganha nova identidade visual e discute futuras estratégias para o mercado global

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No dia 3 de outubro, em Brasília, representantes da cadeia produtiva do café se reuniram com o ministro da Agricultura e Pecuária para discutir a nova identidade visual da marca coletiva setorial Cafés do Brasil e o financiamento da cafeicultura para a safra 2025/2026. Essa reunião é um passo importante para fortalecer a colaboração entre o governo e o setor privado, contribuindo para a consolidação do Brasil como um ícone global na produção cafeeira.

Durante o encontro, foi enfatizada a importância dos 499 mercados atualmente abertos para os produtos agrícolas brasileiros, o que fortalece a presença do país no comércio internacional. O Brasil é reconhecido como o maior produtor e exportador de café do mundo, responsável por aproximadamente 40% da produção global. Nos últimos anos, o país ampliou significativamente sua pauta exportadora, destacando a qualidade e a autenticidade de seus cafés. Cada novo mercado aberto representa não apenas uma oportunidade econômica, mas também um aumento na competitividade e na renda para toda a cadeia produtiva.

A nova identidade visual da marca Cafés do Brasil foi apresentada por Aguinaldo José de Lima, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS). O rebranding é fruto de um processo colaborativo que envolveu diagnósticos de mercado e a interação com diversas partes interessadas, incluindo agricultores, cooperativas, indústrias e exportadores. O objetivo é reposicionar o Brasil no cenário internacional, alterando estereótipos que o associavam apenas ao grande volume de produção, sem considerar a qualidade. Essa nova identidade ressalta a excelência, a consistência e a sustentabilidade dos cafés brasileiros, impulsionadas pela inovação.

Além disso, a atualização da marca visa alinhar a comunicação setorial às exigências dos mercados competitivos mundiais. A nova identidade inclui elementos como rastreabilidade, conformidade regulatória e práticas sustentáveis, como agricultura regenerativa e manejo integrado de pragas. Esse reposicionamento é essencial para a diminuição de barreiras técnicas, incluindo as regulamentações europeias que entrarão em vigor em 2026, além de atender às demandas específicas de mercados nos Estados Unidos e na Ásia, promovendo maior acesso a segmentos de alto valor.

Outra questão abordada foi o planejamento para a celebração do tricentenário da introdução do café no Brasil, prevista para 2027. O setor apresentou suas expectativas para a safra de 2025/2026, denominando as necessidades orçamentárias para 2026, e reiterou a importância de políticas públicas que garantam competitividade, sustentabilidade e continuidade dos investimentos na cafeicultura.

Estiveram presentes na audiência representantes de diversas instituições do setor, como a Comissão de Café da CNA e o Cecafé, demonstrando o comprometimento em unir esforços para o fortalecimento da cafeicultura no Brasil.

Com informações e Fotos do Ministério da Agricultura e Pecuária

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