Em um dos episódios mais intensos do conflito que se arrasta na Europa Oriental, a Rússia lançou um ataque sem precedentes contra a Ucrânia, utilizando um impressionante total de 355 drones. Esse ataque não apenas marca um novo recorde no uso de veículos aéreos não tripulados (VANTs), como também evidencia a escalada das hostilidades entre os dois países, que já experimentaram uma série de confrontos armados desde o início da invasão russa em 2022.
Este maciço uso de drones ocorreu em meio a um contexto de crescente tensão entre Moscovo e Kiev, com a Ucrânia intensificando suas operações em território ocupado e buscando apoio internacional. Os drones, que podem ter variado em tipo e capacidade, foram lançados em várias ondas, apresentando um significativo desafio para as forças ucranianas, que se esforçam para interceptar as aeronaves não tripuladas. Relatos indicam que a defesa aérea ucraniana, apesar de seus avanços e da ajuda estrangeira, teve dificuldades em lidar com tamanha quantidade de alvos simultâneos.
A ofensiva russa também foi acompanhada de bombardeios em várias localidades ucranianas, visando não apenas alvos militares, mas também infraestrutura crítica. As consequências para a população civil são alarmantes, com relatos de danos a residências e serviços essenciais. A destruição de infraestrutura não só afeta a capacidade de resistência da Ucrânia, mas também agrava a crise humanitária que já perdura na região.
Por outro lado, a resposta internacional a essa escalada tem sido marcada por condenações e promessas de apoio. Vários países ocidentais reiteraram sua solidariedade à Ucrânia e prometeram aumentar a assistência militar, incluindo sistemas de defesa aérea mais sofisticados. Essa parceria tem sido crucial para a manutenção da capacidade de resistência ucraniana diante do avanço contínuo das forças russas.
Ao mesmo tempo, o ataque em larga escala pode ser interpretado como uma tentativa da Rússia de marcar território estratégico e pressionar a Ucrânia em um momento em que as negociações de paz são escassas. O uso massivo de drones levanta também questões sobre o futuro da guerra moderna, onde a tecnologia está redefinindo as dinâmicas dos conflitos armados e expondo o público a um novo nível de vulnerabilidade.
Com informações da EBC
Fotos: / EBC











