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Martine Grael Retorna à Baía de Guanabara como Capitã do SailGP, Dez Anos Após Ouro Olímpico

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A velejadora Martine Grael, uma das figuras mais proeminentes do cenário internacional da vela e bicampeã olímpica, encontra-se em um momento de forte simbolismo ao retornar à icônica Baía de Guanabara. Foi nesse cenário que ela conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de 2016, e agora a baía será palco da etapa brasileira do SailGP, marcada para os dias 11 e 12 de abril. Martine expressou a emoção por competir novamente nas águas onde alcançou um de seus maiores triunfos. “Velejar na Baía de Guanabara é sempre desafiador. As condições mudam constantemente, exigindo atenção e flexibilidade. Mesmo com o desafio, velejar aqui é um prazer, traz memórias e a sensação de estar em casa”, comentou.

Ao completar uma década desde aquela histórica vitória olímpica de 2016, Martine reflete sobre a experiência singular de competir em território brasileiro e o rigoroso preparo que antecedeu os jogos. “Foi um momento especial para o esporte brasileiro. Tivemos uma preparação robusta, resultado dos investimentos no ciclo do Rio, e conseguimos aproveitar isso de forma inteligente. Lembro da última regata, vibrando com cada manobra como fruto de nossos treinos intensos”, relembrou a velejadora com sentimento.

Além da celebração desse legado, o retorno à Guanabara traz também um encontro simbólico com Kahena Kunze, sua parceira nas conquistas de 2016 e Tóquio 2020. Desta vez, as águas que firmaram sua glória olímpica as recebem em uma nova fase, competindo em equipes adversárias. Martine lidera o time brasileiro enquanto Kahena representa a Dinamarca, refletindo a amplitude do esporte em cenários internacionais.

Martine inaugura um novo capítulo ao se tornar a primeira mulher a liderar uma equipe no circuito SailGP, o mais avançado em termos de tecnologia na vela. Como capitã e timoneira do Mubadala Brazil SailGP Team, destaca-se entre as 13 equipes participando do campeonato global. “É uma grande responsabilidade timonear um barco desse porte. Espero que outras mulheres possam seguir este caminho. O esporte está em constante renovação, e quem vier depois deve almejar ir além do que já fizemos”, destacou Martine, vislumbrando futuras gerações.

O SailGP, lançado em 2019, é uma competição internacional de embarcações F50, reconhecida pela velocidade e intensidade. Com barcos que atingem mais de 100 km/h, graças aos hidrofoils, o campeonato é apelidado de “Fórmula 1 dos mares”, combinando regatas ágeis e acirradas, proporcionando um espetáculo de emoção e habilidade técnica.

Com informações do Comitê Olimpico do Brasil
Legenda Foto: Martine Grael, bicampeã olímpica, retorna à Baía de Guanabara como capitã no SailGP, celebrando uma década do ouro no Rio 2016. Líder do Mubadala Brazil SailGP Team, ela destaca o simbolismo do local e o desafio das águas em constante mudança. O evento marca um reencontro com Kahena Kunze, agora em equipes opostas, e celebra a primeira mulher a liderar uma equipe no SailGP. Foto: Getty Images/Wander Roberto/COB.

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