Em um exemplo notável de eficiência e dedicação, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Maceió conseguiu reverter uma parada cardiorrespiratória que durou impressionantes 1 hora e 20 minutos, salvando a vida de um jovem de 24 anos. Este evento aconteceu em março de 2026 e destaca o impacto de uma resposta ágil em situações críticas.
O atendimento começou com um chamado emergencial, ao qual a equipe de Motolância, composta por um enfermeiro e dois técnicos de enfermagem, chegou rapidamente. Logo após, a Unidade de Suporte Avançado (USA) se juntou ao esforço, formando uma rede de socorro altamente eficaz. Ao chegar ao local, os profissionais realizaram manobras complexas e de alta responsabilidade, trabalhando em conjunto para estabilizar o paciente, que já estava em estado crítico.
João Henrique Alvorável, um dos enfermeiros que faz parte da equipe, expressou a emoção e a satisfação sentidas durante o atendimento. Para ele, essa experiência foi uma das mais significativas de sua carreira. Os profissionais demonstraram um comprometimento incansável para reverter a situação, e a alegria de ver o jovem voltando a respirar foi o maior reconhecimento do trabalho realizado. Essa história não é apenas um relato de sucesso, mas também um testemunho do valor do Suporte Intermediário de Vida (SIV) nas operações de emergência.
A coordenadora de Enfermagem do Samu, Juliana Tenório, enfatizou como o SIV tem um papel estratégico na diminuição do tempo de resposta, vital para ocorrências de alta complexidade. Segundo ela, a rapidez da equipe de Motolância é um diferencial que permite um atendimento mais ágil e eficaz, preparando o cenário para que as unidades avançadas possam agir com máxima eficiência.
O médico Mac Douglas Lima, coordenador-geral do Samu Maceió, fez uma análise do ocorrido, elogiando a atuação das equipes e destacando que esse tipo de ação é uma prova da excelência do serviço. Para ele, o trabalho colaborativo ali realizado é um reflexo do compromisso dos profissionais com a vida e a saúde da população. O episódio simboliza não apenas a competência técnica, mas também a humanidade que deve acompanhar o atendimento de emergências. O jovem recebeu, portanto, uma nova oportunidade para viver, graças ao esforço e à dedicação dessas equipes.
Com informações e fotos da Sesau/AL













