No dia 27 de fevereiro, às 9h, a Biblioteca Pública Estadual Graciliano Ramos, em Alagoas, será palco do lançamento do livro “Sereias Alagoanas: histórias de mulheres que encantam”, escrito pela arquiteta e urbanista Adriana Capretz. A obra destaca trajetórias inspiradoras de mulheres que lutaram pela justiça social, pela cultura e pela dignidade humana, além de reunir figuras notáveis como mulheres negras, indígenas, quilombolas e cientistas.
Este lançamento ocorre em um momento significativo, em comemoração aos 30 anos da Declaração de Pequim, um marco global na defesa dos direitos femininos, e coincide com a implementação da Lei nº 14.986/2024, que exige a inclusão das contribuições de mulheres nos currículos escolares brasileiros.
Voltado para jovens leitores, o livro traz biografias curtas e ilustrações de artistas alagoanos convidados. As personagens são organizadas em eixos temáticos que abrangem desde pioneiras e educadoras até defensoras do meio ambiente e líderes comunitárias, formando um rico mosaico de referências femininas.
A supervisora da biblioteca, Mira Dantas, enfatiza a importância do projeto em dar voz a mulheres que, apesar de suas contribuições significativas, frequentemente foram esquecidas pelos registros históricos. “Sereias Alagoanas é uma oportunidade de apresentar a crianças e jovens a diversidade de experiências que formam a história alagoana,” afirma.
Adriana Capretz, doutora em Ciências Sociais e professora na Universidade Federal de Alagoas, possui uma trajetória dedicada à pesquisa sobre patrimônio cultural, memória e identidade. O livro é resultado de suas investigações sobre figuras femininas alagoanas menos reconhecidas e visa proporcionar novas referências em um formato acessível e atrativo.
O projeto foi viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, promovida pelo Governo Federal e executada pelo Governo de Alagoas, através da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa.
Com informações e imagens do Governo de Alagoas.













